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Piraquê lança campanha para estimular solidariedade e doação de sangue durante a crise de covid-19

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A campanha apoia três entidades e estimula doação de sangue. Para cada bolsa coletada no posto central do Hemorio, a marca doará 500 produtos a um dos maiores bancos de alimentos do país

A Piraquê, marca de massas, biscoitos e torradas pertencente à M. Dias Branco, lança a campanha #vocedoaagentedoa, para ressaltar o estímulo à solidariedade. A marca confirma a doação ao RioSolidário, uma das mais importantes organizações de apoio social ao Estado. Os recursos serão destinados à compra de 1.000 kits de proteção individual (EPIs) para profissionais de saúde, com luvas, máscaras e aventais, para que eles possam atuar de forma segura durante a crise da Covid-19. Os kits serão enviados a hospitais do Estado do Rio de Janeiro e ao Hemorio (Hemorede do Estado do Rio de Janeiro), referência em coleta de sangue e produção de hemoderivados no estado.

Para fazer com que esta corrente de solidariedade seja ainda mais forte, a Piraquê também estimulará a doação de sangue, de forma segura e de acordo com as regras sanitárias. Até o fim de maio, para cada bolsa de sangue arrecadada nas campanhas do Hemorio, que está agendando as coletas de sangue pelo Disque Sangue (0800 282 0708), a marca doará 500 alimentos ao Mesa Brasil, banco de alimentos gerido pelo Sesc.

Piraquê vai destinar seu investimento em mídia para ajudar a conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue, especialmente em um período crítico como o da pandemia da Covid-19. A marca quer engajar seus consumidores na campanha destacando o valor original de uma ato de solidariedade, onde com apenas uma doação, o consumidor ajuda duas causas.

A ação da Piraquê faz parte de uma campanha nacional da M Dias Branco, que destinou um total de R$ 2,4 milhões em prol da doação de sangue, pesquisa em hematologia e reforço à alimentação de comunidades carentes em seis estados.

De acordo com Fabio Melo, diretor de marketing da M. Dias Branco, a ideia de mobilizar as marcas da companhia em torno da saúde e da doação de sangue, feita de forma segura e de acordo com todas as regras sanitárias, demonstra o cuidado com o consumidor. “Mais do que destinar recursos financeiros a profissionais de saúde e hemocentros, queremos envolver a população em uma corrente do bem neste momento tão difícil”, ressalta o executivo.

O RioSolidário, entidade voltada para a assistência social, vai receber R$ 200 mil da Piraquê para a compra de equipamentos de proteção individual (EPIs) para profissionais de saúde. Fundado há 25 anos, o RioSolidario é uma organização sem fins lucrativos que desenvolve projetos de apoio a pessoas em situação de risco e tem realizado uma série de campanhas de assistência durante a crise da Covid-19, como distribuição de alimentos e máscaras para populações vulneráveis.

O Hemorio, órgão da Secretaria de Estado de Saúde, abastece as principais emergências, maternidades e unidades de saúde da capital, além de enviar sangue, quando necessário, para hospitais em todo o estado. Ele é o segundo maior hemocentro do país e o posto de coleta central (R. Frei Caneca, 8 – Centro) funciona de segunda a segunda, incluindo nos feriados, de 7h às 18h.

Quem pode doar

Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar no mínimo 50 kg, estar bem de saúde e portar um documento de identidade oficial com foto. Jovens com 16 e 17 anos só podem doar sangue com autorização dos pais ou responsáveis legais. Devem portar ainda um documento de identidade do responsável. Não é necessário estar em jejum, apenas evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação e não ingerir bebidas alcoólicas 12 horas antes. Os voluntários não podem ter tido hepatite após os 10 anos, nem estar expostas a doenças transmissíveis pelo sangue (sífilis, AIDS, hepatite e doenças de chagas). Mulheres grávidas ou amamentando e usuários de drogas não podem doar sangue.

Além disso, durante o período de Pandemia, os critérios foram ampliados para:

  • Candidatos à doação que tiveram a doença ficam inaptos por 90 dias após a cura;
  • Candidatos à doação que tiveram a forma grave da doença ficam inaptos por 1 ano após a cura;
  • Candidatos à doação que tiveram contato com casos suspeitos ou confirmados ficam inaptos por 30 dias;
  • Candidatos à doação que retornaram de viagem internacional, vindos de qualquer país, ficam inaptos por 30 dias a partir do dia da chegada ao Brasil;
  • Candidatos à doação que tiveram contato domiciliar com casos suspeitos ou confirmados ficam inaptos por 30 dias após a cessação do contato.

Para mais detalhes ou informações, o doador pode consultar as redes sociais do Hemorio (@hemorio) ou ligar para o Disque Sangue de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 7h às 17h, através do número 0800 282 0708.

Para mais informações da marca, acesse o site www.piraque.com.br e siga a marca nas redes sociais:
Facebook: www.facebook.com/piraque
Instagram: www.instagram.com/piraque
Youtube: www.youtube.com/user/PiraqueOficial

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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