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Philco estreia no segmento de games

Como a inovação faz parte da cultura da Philco, a empresa agora está mirando no aquecido universo gamer. A marca está lançando uma linha exclusiva de produtos desenvolvidos para e-Sports. Os novos mouses e headsets foram pensados para elevar a experiência e performance dos players, sem esquecer do conforto e eficiência.
“Estamos sempre acompanhando as tendências e necessidades dos nossos consumidores, então não poderia ser diferente com a linha Philco Gaming. Escolhemos trazer tecnologias e designs que possam ajudar os jogadores durante longas partidas”, comenta Cristiane Clausen, diretora executiva da Philco.
nicialmente a linha possui quatro produtos, sendo eles dois mouses e dois headsets, mas como a Philco não para de inovar, em 2022 outros 6 produtos serão lançados, completando a Linha Gaming. O Mouse Gamer Philco PMS31 tem seis botões com design confortável e ergonômico para partidas longas. Ainda vem com um sensor óptico de alta precisão que proporciona alta sensibilidade ajustável em até 2.400 DPI e retroiluminação LED com quatro cores vibrantes.
Já o Mouse Gamer Philco PMS70 conta com sete botões com design pensado para jogos de longa duração, possui PMW3325 IC, um sensor óptico para altos níveis de competição em até 5.000 DPI e iluminação RGB e cabo trançado USB Gold de 1,7m que garante maior resistência e durabilidade.
O Headset Gamer Philco PHS11V é construído com 5.1 canais de som surround e componentes que priorizam a fidelidade de som e suavização de ruídos. Os potentes alto- falantes possibilitam a melhor resposta e preservação da autenticidade das mídias reproduzidas, facilitando a comunicação entre os jogadores, além de possuir um design ergonômico e confortável.
Enquanto isso, o Headset Gamer Philco PHS750 tem 7.1 canais de som surround, proporcionando um áudio ultrarrealista com clareza e precisão, microfone integrado com ajuste de 90 graus, cabo USB de longo alcance de 1,8m. Seu arco é acolchoado e conta com ajustes de altura, conchas extragrandes e macias com 100 mm de diâmetro, garantindo isolamento acústico perfeito, e retroiluminação RGB.
A estreia da marca no segmento vem em um momento em que o mercado de games está em constante crescimento. Segundo o levantamento do SuperData divulgado em janeiro de 2021, a receita com games cresceu 12% no ano passado, mesmo com a COVID- 19. De acordo com um estudo realizado pela Newzoo, espera-se que até o fim de 2021, o setor no Brasil chegue a 94,7 milhões de jogadores e movimente US$2,3 bilhões em receita, 5,1% mais que em 2020. O país já é o 13º maior mercado de games global, sendo lar de 81,2 milhões de jogadores que geraram US$1,6 bilhões.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







