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Pesquisa revela dados sobre a realidade salarial dos profissionais de SEO no Brasil

Com o objetivo de esclarecer o panorama salarial dos profissionais de SEO no Brasil, o Vagas de SEO divulgou os resultados da pesquisa salarial de 2023. De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, o acesso à internet no Brasil aumentou significativamente nos últimos anos. Em 2019, 84,0% dos domicílios brasileiros tinham acesso à internet. Já em 2021, essa proporção subiu para 90,0%, o que representa um aumento de 6 pontos percentuais.
Assim, o aumento geral do acesso à internet possibilitou o surgimento de novos e-commerces e negócios digitais, contribuindo também para um aumento exponencial para a área de SEO no Brasil, pois as estratégias orgânicas se tornaram essenciais às empresas que buscam crescer no mercado digital.
A pesquisa salarial para o mercado de SEO reuniu respostas de 454 profissionais da área, com uma distribuição de gênero variada: 53,9% se identificaram como mulheres, 45,1% como homens e 0,8% como não-binários. Em 2022, 52,5% dos respondentes se identificaram como homens, 47,3% como mulheres e 03,% preferiram não responder. Isso pode sinalizar uma crescente presença feminina na área de SEO.
Ainda conforme os dados da PNAD de 2021, mais da metade dos trabalhadores no Brasil, precisamente 53,8%, eram pessoas pretas ou pardas. No entanto, esses grupos, somados, ocupavam apenas 29,5% dos cargos gerenciais. Dessa forma, os dados da pesquisa salarial também evidenciam a disparidade na representação étnica na área de SEO, tendo apenas 30,4% profissionais pretos ou pardos entre os respondentes.
No que se refere à remuneração, a pesquisa revela que a média salarial dos profissionais de SEO no Brasil, que em 2023 é de R$6.258, variando conforme a experiência e o tipo de trabalho. Por outro lado, os dados apontam para uma discrepância de gênero nos salários. Mulheres ganham, em média, menos do que os homens na mesma posição.
A pesquisa salarial de SEO também demonstra a falta de diversidade nos cargos de alta gestão. Apenas 26% dessas posições são ocupadas por mulheres, enquanto a porcentagem de pessoas não-brancas nesses cargos é de apenas 22%.
“A desigualdade salarial e a falta de diversidade no mercado de SEO são questões que precisam ser discutidas e tratadas. É importante que as empresas compreendam e valorizem a importância da diversidade em suas equipes e façam esforços conscientes para resolver essas disparidades”, afirma Mariana Pessoa, co-fundadora do Vagas de SEO.
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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.







