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Pedro Superti lança workshop gratuito para ajudar empreendedores durante crise

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Conteúdo vai ao ar nesta quinta-feira, dia 26 de março, às 21h

A cada dia, o novo coronavírus vai se tornando um problema cada vez maior para milhares de empresários brasileiros. Sem fluxo de caixa ou reserva disponível, muitos não veem saída a não ser dispensar funcionários ou, na pior das hipóteses, fechar as portas.

Para ajudar empreendedores e empresários a enxergar e aproveitar oportunidades “disfarçadas”, mesmo em meio à crise, o especialista em diferenciação Pedro Superti desenvolveu o workshop RELOAD: Como fortalecer o seu negócio em tempos de crise. O conteúdo é gratuito e será apresentado ao vivo dia 26 de março, quinta-feira, às 21h. As inscrições para acessar o workshop podem ser feitas através do link: https://www.workshopaovivo.com.br/

“Muitos empreendedores estão chegando à conclusão que não têm dinheiro em caixa para manter a empresa funcionando se ela continuar fechada”, diz. “Em momentos como esse, temos duas escolhas: aceitar que as coisas são como são e que não há nada a ser feito ou enfrentar o problema de frente e descobrir de que forma o negócio pode se adaptar para suprir as novas demandas do mercado”.

O workshop vai abordar temas como: técnicas que vão ajudar a empresa a sobreviver, mesmo com a baixa de vendas por conta do momento atual; mudanças no modelo de negócio e fortalecimento, para que quando o mercado “retornar da pausa” o empresário possa estar mais forte. Os empreendedores também aprenderão que sobreviver agora é estar mais forte depois. E receberão técnicas para mudar a forma de ver o mercado de olho no comportamento e hábitos atuais dos clientes.

Há 20 anos liderando o marketing de diferenciação no Brasil, Superti ajuda empresários a se tornarem líderes de mercado. “A diferenciação é indicada para qualquer pessoa que queira fazer a diferença em seu segmento, desde multinacionais até microempreendedores. É necessário proporcionar às pessoas um sentimento único de pertencimento. Passar para elas aquela sensação de ‘eu tenho que me acalmar porque eu sei que tem alguém do meu lado que pode me ajudar nessa hora’ e isso nunca foi tão necessário como agora”.

Com uma metodologia única, pensada exclusivamente para um momento crítico e incerto como o que estamos vivendo, o workshop RELOAD é para empreendedores que sabem que o mercado já mudou. “Não podemos utilizar as mesmas estratégias para tentar enfrentar essa crise porque ela é diferente de tudo o que já vimos. A configuração do mercado já é outra e é por isso que precisamos recarregar e pensar em um novo plano de ação”, afirma.

As inscrições para acessar o workshop podem ser feitas através do link: https://www.workshopaovivo.com.br/

Serviço

Workshop RELOAD: Como Fortalecer o Seu Negócio em Tempos de Crise

Data: 26 de março, quinta-feira, às 21 horas

Inscrições: https://www.workshopaovivo.com.br/

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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

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No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).

Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.

A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.

Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.

Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.

Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.

Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.

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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

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Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.

O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.

Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.

Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.

Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.

Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.

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