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Pacto de Promoção da Equidade Racial e BFerraz promovem “Calendário da Equidade”

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Já pensou sonhar por mais de um século com uma oportunidade de crescimento profissional? Essa é a realidade para as pessoas pretas no Brasil. Em estimativa realizada pelo IDBR, com base nos dados do IBGE-Caged em 2023, levará 167 anos para alcançar a equidade racial no mercado de trabalho, ou seja, só em 2190. Mas, não queremos esperar tanto. Por isso, a BFerraz em parceria com o Pacto de Promoção da Equidade Racial criaram o “Calendário da Equidade”, que marca o tempo necessário para que pessoas negras alcancem igualdade no mercado de trabalho.

Segundo o estudo Desigualdades Sociais por Cor ou Raça no Brasil (2021), 34,5% dos pretos e 38,4% dos pardos viviam na pobreza, quase o dobro da taxa entre brancos (18,6%). Na extrema pobreza, os índices foram de 9% para pretos e 11,4% para pardos, enquanto apenas 5% dos brancos estavam nessa condição. No mercado de trabalho, as desigualdades persistem: conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua (2023), a população branca apresentou uma taxa de desemprego de 5,9%, enquanto para os pretos (8,9%) e pardos (8,5%) os índices superaram a média nacional. Os resultados evidenciam que pouco mudou ao longo dos anos, com a população negra mantendo-se com as mesmas porcentagens desde o início da pesquisa.

Com esses dados alarmantes, queremos além de advertir sobre esse problema, sermos um agente de mudança no mundo empresarial.  Com a metodologia do Pacto de Promoção da Equidade Racial que une empresas aliadas para fomentar uma cultura organizacional antirracista e alcançar equiparidade social, podemos diminuir essa previsão junto com nomes importantes na luta, como a embaixadora Isabel Fillardis.

O Pacto, lançado em 2021, é uma iniciativa que combate as desigualdades raciais no Brasil, promovendo inclusão e igualdade de oportunidades para a população negra. Composto por empresas e organizações, tem sido um catalisador de práticas inclusivas no setor público e privado, colocando a questão racial no centro do debate econômico.

Entre suas ações está o Protocolo ESG Racial, que orienta empresas a promoverem equidade em suas operações e comunidades, além do Índice ESG de Equidade Racial (IEER), que mede a representatividade racial no mercado corporativo. O pacto também lidera projetos como o Pacto das Pretas, para impulsionar mulheres negras em posições de liderança, e o Programa Pacto Transforma, que fortalece a qualificação profissional dessa população.

Essa parceria é um chamado à sociedade para reconhecer que ainda há muitas barreiras a serem superadas no desmantelamento desta hierarquia social estrutural, que mantém a população negra em posições menos privilegiadas, mesmo quando qualificada e apta. Foram necessários cerca de 300 anos para o fim da escravidão, mas os direitos e oportunidades para mais da metade da população brasileira não podem aguardar tanto mais. É urgente agir para reduzir essa projeção e construir um futuro mais justo, inclusivo e igualitário para todos.

“Como agência criativa, entendemos o poder da comunicação para transformar realidades. O ‘Calendário da Equidade’ não é apenas uma contagem de tempo, mas um chamado à ação. Nossa parceria com o Pacto de Promoção da Equidade Racial é um compromisso em acelerar mudanças que reduzam os 167 anos projetados para a equidade racial no mercado de trabalho. Juntos, acreditamos que podemos reescrever essa história mais rápido” pontua, Enricco Benetti, Co-CEO e CCO da BFerraz.

“Ao nos deparar com esse triste dado sentimos a necessidade de espalhar essa informação de forma simples e potente. E nada melhor do que um calendário, item que olhamos diariamente, para convidar a todos a uma reflexão, entendendo que o compromisso de transformar o mercado de trabalho em um espaço mais equânime deve ser assumido por todas as cores”, explicam Will Marinho e Vitor Silva, dupla criativa da BFerraz responsáveis pelo projeto.

O pontapé inicial da ação será com a projeção do Calendário da Equidade completo pelo projeto @projetemos no dia da Consciência Negra (20). O calendário também será enviado para celebridades, influenciadores e veículos de comunicação, além de empresas, e estará disponível online para todos aqueles que quiserem baixá-lo. Em parceria com o Pacto, uma cartilha de ações será elaborada para ajudar a redução desse tempo.

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Haute assina megaoperações de live marketing e ativa o ecossistema de marcas no Mundial de 2026

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Com um portfólio de peso que inclui projetos desenvolvidos para gigantes como Guaraná Antarctica, Budweiser, Philco e iFood, a agência Haute coloca na rua uma série de ativações robustas desenhadas para transformar o Mundial de futebol de 2026 em uma máquina de engajamento e geração de valor. A estratégia da empresa foca na concepção de experiências proprietárias de alto impacto, capazes de aproximar as marcas da paixão febril dos torcedores e amplificar a relevância dos patrocinadores durante o maior pico de audiência global do ano.

As movimentações da agência acontecem em um cenário financeiro extremamente aquecido para a publicidade. De acordo com um levantamento recente da Warc Media, o torneio de 2026 deve injetar impressionantes US$ 10,5 bilhões no mercado publicitário global. Diante deste cenário bilionário, o papel do live marketing torna-se ainda mais crucial para garantir que os investimentos gerem não apenas visibilidade institucional, mas também recall de marca e conversão na ponta final do varejo. “A Copa do Mundo é um dos raros momentos em que atenção, emoção e audiência acontecem em escala global ao mesmo tempo. Neste momento, é crucial que as marcas criem ações relevantes que gerem conexão genuína com as pessoas. O papel da Haute é transformar esse interesse coletivo em projetos proprietários capazes de fortalecer o posicionamento das empresas, ampliar o engajamento com seus públicos e gerar resultados concretos para os negócios”, analisa Bruno Dias, sócio da Haute.

Na Arena Brasileira — festival assinado pela Fishfire que desponta como o principal ponto de encontro dos torcedores em São Paulo —, a Haute lidera a execução de projetos customizados para múltiplos segmentos do mercado. A Budweiser, por exemplo, terá uma arena própria voltada a disputas de futebol no formato 1×1, distribuição de mimos exclusivos e um hub que integra jogos interativos a um estúdio oficial da Rede Globo para transmissões e gravações ao vivo. O Guaraná Antarctica foca na fidelização com ações de relacionamento, mecânicas de brindes e a presença do icônico mascote Canarinho.

Buscando a experimentação de produto em massa (sampling), as marcas Michelob Ultra e Flying Fish apostarão em lounges de convivência, bares proprietários e pontos instagramáveis (photo opportunities). No setor de apostas esportivas, a Superbet ativa sua marca com um chute a gol tecnológico que distribui prêmios, enquanto a Smirnoff, do portfólio da Diageo, entra em campo com um estande imponente equipado com rooftop exclusivo para convidados vip.

A força da agência no setor de bens de consumo e alimentação também se faz notar na estrutura do festival. A Hellmann’s montou uma hamburgueria totalmente estilizada para promover a sua linha Supreme por meio de degustações guiadas. Já a Philco aposta na interatividade ao permitir que o público teste seu portfólio de eletrodomésticos na prática, combinando a experiência com sorteios de produtos. No setor automotivo, a GM garantiu um espaço estratégico totalmente voltado para a exibição e divulgação do modelo Sonic.

Indo além das fronteiras físicas do festival no Parque Ibirapuera, a Haute também carimbou sua assinatura em projetos proprietários independentes de grande repercussão urbana. O maior destaque ficou por conta da operação de street marketing realizada para o iFood no final de maio. A agência coordenou um encontro massivo para a troca de figurinhas oficiais do álbum do Mundial. A iniciativa entrou para a história do live marketing ao reunir milhares de colecionadores e quebrar oficialmente o Guinness World Records de maior troca de figurinhas do planeta, transformando uma tradição cultural em um marco de relações públicas para o aplicativo de entregas. “Essas ativações mostram a nossa força em potencializar o retorno dos investimentos realizados durante o período da competição, reafirmando o live marketing como ferramenta estratégica para ampliar alcance e relevância das marcas junto ao consumidor”, conclui Bruno Dias.

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Holding Clube apresenta Casa Body Futebol Clube para liderar o debate sobre o futuro do futebol feminino no Brasil

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Aproveitando o período de forte mobilização em torno dos gramados, a Holding Clube escolheu o momento ideal para colocar os holofotes sobre uma pauta que demanda cada vez mais protagonismo na indústria: a evolução e o futuro do futebol feminino. Durante a nova edição do All In, evento proprietário do grupo especializado em marketing de experiências, foi anunciado o lançamento da Casa Body Futebol Clube, projeto de live marketing planejado para impactar o mercado durante a realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, que terá o Brasil como país-sede.

O projeto nasce como uma extensão direta do B.O.D.Y. (Body Open Defines You), movimento de autoaceitação que celebra a liberdade da mulher. Na prática, a Casa Body Futebol Clube vai se materializar como um hub de convivência para gerar comunidade e dar visibilidade ao papel feminino no esporte. Além da transmissão oficial dos confrontos, o espaço abrigará um cronograma robusto composto por talks, oficinas e atividades interativas. “Eu posso dizer que esse projeto vai ser um dos mais emocionantes da minha vida. O B.O.D.Y. é a materialização de tudo que a gente sempre quis potencializar e agora com o futebol feminino, podemos dar ainda mais palco para todas as mulheres e mostrar o quanto a força feminina importa para o nosso país e pro mundo”, destacou Ju Ferraz ao anunciar a novidade.

Já o All In, plataforma criada para descortinar o ecossistema de projetos e as grandes tendências de entretenimento da Holding Clube para o mercado — responsável por antecipar movimentos como a expansão da carreira internacional da cantora Anitta —, retornou com uma edição de caráter reflexivo. O debate ganha urgência histórica ao lembrar que a prática do futebol foi oficialmente proibida para as mulheres no Brasil por mais de 40 anos.

O potencial comercial e de engajamento do segmento é referendado por dados sólidos de mercado. Em 2025, o futebol feminino registrou um salto de 19% em sua audiência televisiva na comparação anual, conforme aponta a Pesquisa Futebol Feminino 2026 da Globo Ads Insights. Na mesma linha de otimismo econômico, um estudo global da Deloitte posiciona a modalidade entre as três principais frentes geradoras de receita dentro de todo o ecossistema de esportes femininos para os próximos anos.

Ao longo do encontro, os convidados puderam revisitar a autoridade da Holding Clube nesse território de patrocínios e ativações. Por meio da agência Banco_, o grupo soma quase três décadas de atuação dedicada ao desenvolvimento do futebol feminino, posicionando-se na vanguarda do tema muito antes de a pauta figurar no radar do grande mercado de marcas.

O painel de discussões trouxe lideranças de peso para o palco. Gizele Costa, head de projetos da Holding Clube, liderou o painel intitulado “O jogo mudou: futebol feminino, mídia, clubes e atletas na nova era do futebol feminino”. O debate reuniu Gal Barradas e Thiago Januzzi, representantes da comissão organizadora da FIFA Women’s World Cup, ao lado de Claudia Paola Martinez, diretora de marcas e licenças da Centauro. “O público do futebol feminino nos estádios é diferente do masculino, são famílias. É um público mais amplo, mais democrático. E as pesquisas da FIFA mostram que a Copa Feminina é o terceiro evento que mais mobiliza audiência no mundo, empatada com a Eurocopa. A Copa do Brasil tem a capacidade de elevar esse patamar a um nível nunca visto”, analisou Gal Barradas.

Outro momento de destaque foi o painel “Futebol feminino em expansão: o papel das marcas na construção de um novo mercado”, que contou com a participação de Lucca Amorim, gerente de marketing de Guaraná Antarctica na Ambev; Bruno Teixeira, head de comunicação, propósito e marketing de pessoas da Fisia (distribuidora oficial da Nike no Brasil); Sabrina Romero, diretora de marca e comunicação da Vivo; e Jader Damazio, head de criação e planejamento da Holding Clube.

Com mediação conduzida por Tati Oliva, fundadora da Cross Networking, a mesa debateu o poder de transformação social e comercial dos patrocínios de longo prazo. No debate, Lucca Amorim disparou: “O futebol feminino é um movimento, ele transforma, impacta e evolui. E isso é o sonho de qualquer marca, porque tem muito espaço para criar e construir a quatro mãos. Quando a gente entende a história do futebol feminino no Brasil, entende também quais são os gaps e as oportunidades que ainda existem”.

O cronograma completo, as cotas de patrocínio e o local que abrigará a estrutura da Casa Body Futebol Clube serão detalhados gradativamente nos próximos meses por meio dos canais digitais oficiais do projeto.

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