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Os TAZOS® estão de volta nos produtos ELMA CHIPS® com o tema PAC-MAN™

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Os consumidores e fãs de ELMA CHIPS®, marca de snacks da PepsiCo, pediram a volta dos TAZOS® e em 2020 eles voltaram a ser lançados no Brasil. A novidade chegou primeiro nos pacotes da batata LAY’S®, com o tema da UEFA Champions League, e deixou um gostinho de “quero mais”. Pensando nisso, agora os TAZOS® estão de volta nas principais marcas da família ELMA CHIPS®, desta vez, com o tema PAC-MAN™, convidando o público para momentos de diversão, além de celebrar um dos jogos mais amados por gerações.


“Os fãs de TAZOS® são assíduos nas redes sociais e estão sempre perguntando sobre a sua volta. O jogo PAC-MAN™ é um ícone da história dos videogames e, foi pensando nisso, que escolhemos um tema tão emblemático para esse lançamento”, afirma Cintia Spielmann, gerente de Marketing da PepsiCo Alimentos no Brasil. “Unimos dois clássicos da cultura pop e ampliamos a novidade para mais marcas da linha ELMA CHIPS®: DORITOS®, CHEETOS®, RUFFLES®, LAY’S®, FANDANGOS®, SENSAÇÕES™, CEBOLITOS® e BACONZITOS®”, completa a executiva.


No total, são 40 modelos exclusivos do personagem que completa 40 anos em 2020. Ao adquirir qualquer um dos produtos participantes, os consumidores ganham na mesma hora um TAZOS®, que conta ainda com um Pincode impresso no verso para acesso ao jogo com fases exclusivas, criadas especialmente para a campanha. É só escanear o QR Code disponível nas tiras promocionais ou acessar o site www.tazoselmachips.com.br, inserir o código encontrado nos TAZOS® ​e se divertir.


Para promover a novidade, será exibida uma campanha nas redes sociais das marcas e na TV, com visual que remete aos jogos de arcade. No filme principal da campanha, um garoto aparece saindo de uma loja com um salgadinho e ao colocar a mão no pacote encontra um TAZOS® PAC-MAN™.

A partir daí ele entra no universo do jogo e dos novos TAZOS®.

A novidade dos TAZOS® com a temática de PAC-MAN™ estará disponível para o público nos principais supermercados do país em meados de setembro.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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