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Open For Kings: Budweiser convida público a ser o rei de sua própria história para o Lollapalooza Brasil

Donos de trajetórias únicas e inspiradoras, Emicida, Drik Barbosa e Djonga são personagens do filme que conta suas trajetórias inspiradoras até alcançarem o sucesso
Para inspirar os fãs de música, Budweiser começa a contar sua história para o Lollapalooza Brasil deste ano. A cerveja oficial do evento apresenta o conceito Open For Kings que dá luz aos Kings of Culture, artistas que construíram um caminho único e inspirador para realizarem seus sonhos e chegarem onde estão.
Personalidades da cena do rap brasileiro e responsáveis por trilharem suas próprias histórias em uma trajetória de resistência e luta, Emicida, Drik Barbosa e Djonga são os Kings of Culture de Budweiser e dão vida ao filme que trata das conquistas de cada um deles.
Com criação da agência Africa, produção da Stink e direção do YOUTH, a campanha remonta frases icônicas dos Kings, dão o tom do roteiro e mostram a personalidade que cada um deles imprime em seu repertório musical. A partir da frase: “Para quem já mordeu cachorro por comida, até que eu cheguei longe…”, Emicida retrata os desafios vencidos em seu caminho. Com “Eu não faço rap de mina, eu faço rap”, Drik Barbosa mostra a luta pela igualdade no gênero musical predominantemente masculino. Já Djonga traz toda sua força como resultado do apoio coletivo com a afirmação: “Se você olha pro palco e acha que subi sozinho, vê direito”.
“Budweiser quer inspirar os consumidores a serem os próximos Kings e protagonizarem suas próprias histórias. Os nossos Kings foram escolhidos por suas trajetórias únicas que transmitem verdade para seu público”, explica Alice Alcântara, gerente de marketing da marca.
“Como marca, a Bud tem entrado cada vez mais na cena e cultura do rap, um gênero que sempre teve uma influência enorme no Brasil. Então decidimos aproveitar o Lollapalooza, que para a cerveja é um dos grandes momentos do ano, para falar sobre ser um King, ou seja, uma pessoa protagonista da sua própria história, mas também para entrar neste universo do rap e da cena musical nacional”, comenta Matias Menendez, Diretor Executivo de Criação da Africa.
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Accesstage reúne gestores financeiros na primeira edição do Smart Discovery para cocriar soluções focadas na tesouraria corporativa

Com o avanço acelerado da transformação digital nos departamentos financeiros, o mercado corporativo tem demandado soluções capazes de unificar eficiência operacional, inteligência de dados e uma compreensão profunda dos desafios diários enfrentados pelas equipes de tesouraria. Diante desse cenário, a Accesstage acaba de realizar a primeira edição do Smart Discovery, uma iniciativa estratégica desenvolvida para aprimorar a concepção e o desenvolvimento de seu portfólio de produtos a partir da metodologia de centralidade no cliente (customer centricity).
Muito além de otimizar os fluxos de trabalho e torná-los mais produtivos, a dinâmica da metodologia fomenta a aproximação entre os diferentes interlocutores em um ambiente imersivo e colaborativo, impulsionando a cultura de inovação. O encontro de live marketing e inteligência de negócios reuniu grandes corporações do ecossistema de clientes da marca para uma troca transparente de experiências sobre rotinas financeiras, gargalos operacionais e as necessidades práticas que desenham o cotidiano da gestão de caixa.
Segundo o CPTO da Accesstage, Bruno Salles, a proposta central do Smart Discovery é converter a escuta ativa em um planejamento de desenvolvimento tecnológico de ponta, interligando a engenharia de software às dores reais das empresas. “Nós acreditamos que a evolução dos nossos produtos passa necessariamente pela construção conjunta entre as áreas financeiras das empresas e tecnologia.”
Ao longo da programação, os painéis de debate abordaram temas cruciais para o setor, tais como a modernização da tesouraria corporativa, automação de fluxos financeiros, integração de processos complexos, experiência do usuário (UX) e ganho de eficiência operacional em larga escala.
Para Daniel Chaves, lead product designer da Accesstage, iniciativas desse porte ratificam um movimento irreversível na indústria de tecnologia: a migração das empresas de software para modelos operacionais abertos, colaborativos e genuinamente orientados à jornada do cliente.
“As melhores soluções surgem quando conseguimos ouvir quem vive a operação diariamente. O Smart Discovery nasceu exatamente com esse propósito: aproximar clientes, entender desafios reais e cocriar soluções que façam sentido na prática e gerem eficiência para as empresas”, analisa Daniel.
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Pavilhão da Bienal sedia megaevento da Melissa Delirium em convenção anual focada em design experimental e futurismo

O icônico Pavilhão da Bienal, localizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, transformou-se no palco do megaevento Melissa Delirium — Convenção 2026. O encontro exclusivo reuniu um público de 700 pessoas, entre parceiros e profissionais do setor, para descortinar as diretrizes de criação, novos negócios e o universo conceitual que guiarão os passos da marca ao longo de todo o ano.
Com assinatura criativa e produção integral da agência Just Live, a iniciativa de live marketing transportou os convidados para um ambiente onde as fronteiras entre a realidade e a fantasia se dissiparam. Toda a infraestrutura foi projetada para materializar fisicamente a essência da campanha hero de marca para a temporada de 2026.
A convenção ganhou vida por meio de uma narrativa pautada pelo design experimental, adotando uma estética futurista rica em volumes, traços minimalistas e alta plasticidade. A cenografia reforçou o conceito do jelly — o característico plástico maleável da marca — como uma matéria viva do imaginário da Melissa, funcionando como um verdadeiro motor para ativar memórias, desejos e novas possibilidades mercadológicas.
“Levar a Melissa Delirium para o Pavilhão da Bienal foi a sinergia perfeita entre arquitetura, arte e o DNA inovador da marca. Na Just, nós traduzimos o conceito de ‘Delirium’ fundindo realidade e fantasia em uma cenografia futurista e minimalista. O objetivo não era apenas criar um evento, mas construir uma narrativa viva e sensorial que conectasse o público à essência da marca, a consolidação de um projeto memorável de design experimental”, completa Renato Naya, CEO da Just Live.
Ao unir o valor histórico do espaço arquitetônico paulistano à vanguarda visual de sua nova coleção, a Melissa e a Just Live reafirmam o papel das grandes convenções corporativas como ferramentas poderosas de branding sensorial, capazes de ditar tendências e consolidar a identidade de uma marca no mercado global.








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