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OOH: TIM envelopa cubo de 12 metros com TIM Black no Santos Dumont

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Repleta de atrativos, a partir desde semana paisagem carioca conta com uma mídia OOH da TIM de mais de 12 metros no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. A peça, toda envidraçada e com iluminação especial, fica na parte externa, junto ao Bossa Nova Mall, e será envelopada para fazer parte da campanha do TIM Black, em parceria com o C6 Bank. O espaço, que atualmente não possui qualquer adorno, passando despercebido por quem anda pela região, estará visível para quem chega de carro e desembarca pela saída lateral do aeroporto, entre a Praça Salgado Filho e o Aterro do Flamengo.

A instalação tem mais de 12 metros de largura e quase cinco metros de altura. A escolha pelo local também é estratégica: o Santos Dumont integra a Ponte Aérea, a quinta rota doméstica mais movimentada do mundo, e conta com conexões para voos internacionais partindo de São Paulo, além de linhas para todo o país. A expectativa é que o cubo seja visto e visitado por 600 mil pessoas por dia.

O cubo estará adesivado com chamadas em 360 graus para os pacotes TIM Black. Novos e atuais clientes TIM Black e Black Família que abrirem uma conta no C6 Bank* ganharão, automaticamente, bônus de 5GB e 10GB, respectivamente. Eles poderão manter o bônus mensalmente, desde que optem por pagar a fatura da operadora nos canais do banco digital. A partir do pagamento da primeira conta nesse formato, ganham também um pacote de roaming internacional em viagens para Europa – para uso de dados, podendo chegar até 30GB no plano TIM Black Família – e 100 minutos mensais em chamadas de longa distância internacional para países das Américas. Esses dois benefícios são válidos no TIM Black Família e TIM Black C.

Também é oferecido um cartão de crédito C6 Carbon com seis meses de anuidade grátis. Os clientes que adquirirem um aparelho fidelizado com valor mínimo de R$ 250 nas lojas participantes da TIM (físicas ou virtual), por meio do cartão de crédito do C6 Bank, receberá R$100 de desconto na fatura do cartão C6 Bank após a efetivação da compra e ainda poderá parcelar o smartphone em até 18x sem juros.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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