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OMZ Ideias investe em empresa de consultoria em data science

Parceria deve agregar portfólio de produtos e serviços para clientes
Com objetivo de se posicionar como um parceiro estratégico de negócios, a OMZ Ideias acaba de adquirir a Confirmatória Analytics & Data Science, uma empresa fundada em 2013 com experiência em projetos em grandes players do varejo e indústria.
“Entendemos que essa aquisição traz oportunidades para ambas as partes. Vamos proporcionar para a Confirmatória uma estrutura de negócios maior, ao passo que a consultoria em analytics e data science agrega muito ao portfólio da agência”, comenta Daniel Oliveira, diretor executivo da OMZ.
A Confirmatória oferece soluções em analytics e data science para empresas de diferentes setores, em todo o Brasil. A consultoria tem forte atuação em áreas de trade marketing, CRM, pricing e S&OP. “Sabemos que cada negócio apresenta necessidades específicas e sabemos da importância de soluções construídas para atender a essas necessidades. Nossa proposta é construir a solução a partir da necessidade do negócio, e não adaptar essa necessidade a uma solução”, explica Daniel.
A equipe de consultores é composta por estatísticos, economistas e cientistas da computação com ampla experiência em consultoria para o varejo e para as indústrias de alimentos, home care, personal care, health, óleo, gás e transportes. “Temos ainda uma ampla experiência em consultoria para pesquisa científica, com centenas de projetos desenvolvidos, o que nos proporciona um alto nível técnico e uma paixão pelo conhecimento”, conta.
De acordo com Mayra Cordeiro, diretora executiva da OMZ, a ideia de aquisição da empresa vem ao encontro do que a OMZ acredita. “Nós enxergamos valor em usar a informação de forma inteligente e se posicionar como um parceiro estratégico de negócios. Acho que buscar uma empresa com bagagem e profissionais de alto nível para compor o nosso time foi uma decisão muito acertada”, cita.
Para Davi Simões, CEO da OMZ, a Confirmatória fecha toda a abordagem 360 graus e envolve o olhar sobre toda a jornada do cliente. “Nós sempre tivemos esse posicionamento e a aquisição da Confirmatória oficializa esse modelo full service, agora com dados e muita estrutura”, relata.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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