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OMO promove parceria com Rappi para ajudar mulheres em situação de vulnerabilidade social

Após lançar recentemente um produto específico para lavagem de peças íntimas e biquínis – OMO Peças Íntimas e Biquínis, OMO quer ir além, incentivando a criação de uma corrente onde mulheres ajudam umas às outras a cuidar da saúde íntima. Para realizar isso de forma prática, a marca fechou uma parceria com a plataforma Rappi, onde na compra de um OMO Peças Intimas e Biquínis, o consumidor doa outro produto para uma mulher em situação de vulnerabilidade social. A parceria visa impulsionar um movimento de sororidade.
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ONGs que atuam criando oportunidades, estimulando e fortalecendo mulheres serão as beneficiadas pela campanha que tem início no dia 29 de janeiro com vigência até o final de fevereiro com a doação dos produtos.
Beatriz Seabra, gerente de marketing de OMO, explica que na correria do dia a dia, muitas mulheres deixam de se atentar a alguns pontos importantes em relação a limpeza das calcinhas e itens íntimos, e que isso pode afetar diretamente na saúde feminina. “A forma como nós, mulheres, cuidamos da nossa saúde, mexe diretamente com a nossa autoestima.
Entendemos a importância de oferecer meios para que os cuidados com as peças íntimas e, consequentemente, com a saúde, cheguem até mulheres em situação de vulnerabilidade social, que muitas vezes não têm os recursos necessários para esse cuidado, mas que precisam dele. Esse foi o objetivo principal da ação, facilitar o acesso a produtos que auxiliem na saúde íntima, porque para OMO, cuidado é também pensar no coletivo”.
Para dar ainda mais força para a campanha #NinguémLavaMinhasCalcinhas, a marca lançou um hotsite onde mulheres podem contar suas histórias, dividindo dicas sobre como decidem cuidarem de si mesmas e das suas peças íntimas, ou até “perrengues nada chiques” com as roupas íntimas.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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