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Olympikus lança projeto para estimular a geração de renda extra no Brasil

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Corre Junto Brasil oferece qualificação profissional e oportunidade de renda extra

Com a economia fragilizada em todos os ecossistemas – inclusive o do esporte – a Olympikus, maior marca esportiva do Brasil, com 45 anos de atuação no País, anuncia uma iniciativa para auxiliar todos os brasileiros. Chamado Corre Junto Brasil (www.correjuntobrasil.com.br.), o projeto oferece qualificação profissional e a oportunidade de obter renda extra.

“Como marca esportiva brasileira, construímos uma relação muito forte com a comunidade da corrida. Presenciamos o desafio dos profissionais do segmento esportivo, que perderam suas rendas com a pandemia. Mas também observamos que isso estava ocorrendo em outras esferas, o que transformou o Corre Junto Brasil em um projeto que não ajudará apenas quem vive do esporte, mas todas as pessoas que precisam de renda extra”, explica Márcio Callage, diretor de marketing da Vulcabras Azaleia.

“A marca da corrida também é a marca do corre. Se tem algo que nos caracteriza como brasileiros é que somos do corre, que trabalhamos duro para conquistar e fazer acontecer. Estamos muito felizes e esperamos que, com essa iniciativa, todo mundo saia ganhando”, complementa.

Como funciona o Corre Junto Brasil: qualquer pessoa pode fazer parte do projeto e se tornar um empreendedor digital. Basta se cadastrar com o CPF ou CNPJ, gratuitamente, no site www.correjuntobrasil.com.br. Realizada a inscrição, um link e um cupom de desconto são gerados para o profissional divulgá-los para sua rede de contatos. A compra de qualquer produto Olympikus deverá ser feita através do link, que irá garantir 10% de comissão para o afiliado.

O consumidor que comprar de um empreendedor também se beneficiará com um cupom de 20% de desconto – na primeira compra, até 20 de maio. Para validá-lo, é preciso inserir o código promocional ao finalizar a compra pelo link oferecido pelo empreendedor.

Capacitação e gestão completa de vendas: muitas pessoas obtêm seu sustento fora do ambiente digital. Tão importante quanto a geração de renda é a capacitação profissional, que será oferecida gratuitamente pela Academia Digital Olympikus.

Na plataforma, o afiliado aprenderá com diversos especialistas do meio para ganhar conhecimento e autonomia financeira.“O digital é uma grande revolução que está tomando conta do mundo e esse movimento vai além da pandemia. Então vamos ajudar os brasileiros a encontrarem no ambiente virtual uma forma de trabalho. Queremos construir algo que permaneça na vida das pessoas após esse momento delicado e que essa capacitação, de fato, traga um legado e possa ser efetiva na vida das pessoas”, comenta Callage.

Esse conteúdo também se estenderá ao perfil do Instagram da Olympikus (@olympikus) com lives de convidados especiais para trazer mais inspiração e motivação para o público.

Na página do Corre Junto Brasil o afiliado também terá um sistema de controle completo para acompanhar as vendas, o valor das comissões, status das transações, além de novas oportunidades de divulgação. Entre os dias 10 e 20 de cada mês, o usuário poderá fazer a emissão das notas fiscais dos valores auditados na plataforma; e até o dia 5 do mês seguinte receberá os valores em sua conta, dependendo de quando a nota for emitida e se não houver nenhum tipo de problema na emissão.

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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