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OLX faz mudanças na plataforma para combater preços abusivos e apoiar renda de milhões de brasileiros

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As iniciativas visam aumentar o acesso da população a oportunidades de fontes de renda, combater abusos de preços na plataforma e intensificar a comunicação sobre boas práticas

Com o avanço da Covid-19 no Brasil, a OLX passou a adotar uma série de iniciativas para continuar viabilizando os negócios de milhões de pessoas que acessam a plataforma todos os dias para obtenção de renda por meio da compra e venda de itens novos e usados, além de combater a exploração do tema.

“Em tempos de incertezas, vamos utilizar o potencial da nossa plataforma, que conta com uma média de sete milhões de usuários únicos ativos por dia, para apoiar a população do Brasil na manutenção da saúde e no combate à escassez. A OLX também é o lugar para aqueles que, neste momento, dependem de geração de renda com a venda de produtos e oferta de serviços online”, afirma Andries Oudshoorn, CEO da OLX Brasil.

A empresa intensificou esforços da equipe de qualidade para que os usuários respeitem as tabelas de preços oficiais de mercado, bloqueando as publicações que apresentem valores abusivos de itens para como álcool gel e máscaras utilizados na prevenção do novo coronavírus. Também não permitirá a publicação de anúncios com o uso indevido dos termos “coronavírus” e suas variantes e removerá da plataforma os usuários que infringirem essas políticas.

Levando em conta que os produtos utilizados na prevenção da doença não estão sendo encontrados com facilidade nas lojas, a OLX dará destaque na sua homepage aos anúncios de itens que previnam o coronavírus e contribuam para o bem estar de milhares de brasileiros.

Como plataforma democrática, a empresa também entende a sua responsabilidade social de ampliar as oportunidades de renda dos brasileiros neste momento adverso do país, e dará mais visibilidade aos anúncios de vagas de empregos e ofertas de serviços, o que beneficiará diretamente empreendedores e profissionais autônomos, que podem ser mais impactados pela instabilidade econômica.

A plataforma também reforça a comunicação de boas práticas de negociação com dicas úteis para este momento desafiador, respeitando as orientações das autoridades médicas e priorizando os cuidados necessários para preservar a saúde de vendedores e compradores.

Os usuários poderão contar ainda com um canal exclusivo para denúncia de anúncios que contenham preços acima da média de mercado ou qualquer informação que não apoie a sociedade na prevenção da Covid-19 dentro da Central de Ajuda da OLX.

A OLX esclarece que não retém qualquer percentual sobre os itens comercializados por meio da plataforma entre os seus usuários. A publicação dos anúncios é gratuita, respeitando limites de anúncios publicados por categoria. A negociação é sempre livre entre as partes e não são cobradas taxas por transação.

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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