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O Boticário leva a beleza da diversidade para o Carnaval

O Boticário celebra o Carnaval de 2025 com sua maior participação da história na data, levando experiências para os foliões em todas as regiões do país, pautadas pela pluralidade cultural. Por meio do conceito A Beleza do Nosso Carnaval, a marca reforça a conexão próxima que mantém com os consumidores de Norte a Sul do Brasil, convidando-os a se expressarem de forma autêntica e diversa. Com ações que mesclam interação e beleza, a marca amplia a atuação na festa mais popular do Brasil, somando mais de 15 eventos patrocinados, entre blocos de rua, camarotes, trios e festas exclusivas.
A campanha abraça o movimento #BrasilCore, que celebra o Brasil com S, exaltando a cultura em diferentes expressões – posicionamento que se conecta diretamente com o DNA do Boticário. As ativações imersivas materializam a estética, a alegria e as experiências de beleza.
Para Jacqueline Tobaru, diretora de marketing regional do Boticário, a empresa tem o compromisso de estar onde o consumidor está. “A cada ano, O Boticário cresce no diálogo próximo com o consumidor local por meio de apoio, patrocínio e movimentos pró manifestações culturais que falam tanto sobre a beleza do nosso país. E no Carnaval não é diferente. Uma marca que está há quase 50 anos participando de algumas das memórias mais importantes dos seus consumidores com seus produtos entra para criar experiências autênticas que dialogam com o dia a dia dos nossos consumidores. Neste ano, consolidamos o Carnaval como uma das principais pontes de conexão da marca com ações variadas de Norte a Sul do Brasil”, detalha.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







