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Novo Creta começa a ser produzido no Brasil

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Novo Creta começa a ser produzido no Brasil

A linha de montagem da fábrica da Hyundai Motor Brasil, localizada em Piracicaba (SP), começa a produzir nesta semana as primeiras unidades da nova geração do SUV Creta. O modelo tem sua comercialização prevista mais para o fim deste ano e o volume inicialmente fabricado atenderá aos eventos de lançamento e a exibição nos showrooms da rede de concessionárias por todo o País. Para celebrar, o presidente e CEO da Hyundai no Brasil e nas Américas Central e do Sul, Ken Ramirez, e o vice-presidente de Operações Industriais, Jae Min Lee, participaram de uma foto com os colaboradores da produção.

O Creta Nova Geração 2022 trará diversos itens de segurança, conforto e conectividade que merecem destaque entre os SUV de sua categoria, como a central multimídia blueNAV com a maior tela disponível, de 10,25 polegadas, e navegação embarcada, freio de estacionamento eletrônico, painel digital colorido de 7 polegadas, borboletas para troca de marcha no volante e câmera para monitoramento de ponto cego.

A conectividade veicular Hyundai Bluelink oferecerá funcionalidades exclusivas para o novo veículo e o também inédito pacote de segurança Hyundai SmartSense reunirá soluções inteligentes como sistema de frenagem autônomo, assistente de permanência em faixa e controle de velocidade adaptativo. Já o interior do veículo contará com acabamento exclusivo para o Brasil, em tons de bege e marrom, e o teto solar panorâmico, que traz uma das maiores áreas envidraçadas do segmento.

A foto comemorativa na produção seguiu todos os protocolos de segurança e saúde recomendados pelas autoridades sanitárias para o combate à Covid-19, como o uso de máscaras e o distanciamento entre as pessoas.

A divulgação do início da produção do Creta Nova Geração 2022 começou ontem, na rede social LinkedIn, com um post especial do próprio Ken Ramirez, explicando como o veículo estabelece um novo patamar na categoria devido a toda tecnologia embarcada de segurança e comodidade. Ele agradece o esforço e compromisso das equipes da Hyundai que “tornaram este momento possível” e acrescenta que este lançamento “também reflete nossas esperanças e confiança para o futuro”.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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