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Nova era de Vult projeta dobrar de tamanho em 2023

Quando foi comprada pelo Grupo Boticário, o gigante de cosméticos e perfumarias, com crescimento no último ano de 31% registrando R$ 23,6 bilhões em vendas, em 2018, Vult – marca player do mercado de beleza com posicionamento jovem e popular, nascida em Mogi das Cruzes, interior de São Paulo – traçou um plano estratégico que segue em ascensão em 2023. Até o fim deste ano, prevê-se uma acelerada expansão no país, com projeção de dobrar de tamanho, e ainda aumento considerável no número de pontos de venda somando todos os canais.
No canal Farma, por exemplo, Vult continua sendo a marca-líder em share dentro da categoria, tornando-se a marca mais procurada pelas consumidoras de maquiagem que prezam qualidade e preços acessíveis. Alessandra Mattos Sekeff, vice-presidente de B2B, explica que a estratégia da expansão dos pontos de venda se dá com o objetivo de alcançar todos os lugares do Brasil: “Vult é uma marca brasileira, feita para mulheres brasileiras, e nada mais justo do que estar disponível em todo o Brasil levando cosméticos de qualidade e preço acessível de Norte a Sul. Entregamos ao nosso distribuidor produtos de alta performance e preço competitivo, que são sucessos no ponto de venda. A consumidora que compra pela primeira vez sempre volta para comprar novamente; disso temos muita segurança”.
A marca de beleza anunciou recentemente a meta de formar 19 mil profissionais até 2024, que foi traçada em conjunto com o Empreendedoras da Beleza, um projeto do Grupo Boticário que já profissionalizou mais de 11 mil mulheres em todo o Brasil e, em sua 4ª edição, oferecerá novos cursos, como desenvolvimento pessoal, empreendedorismo e técnico-optativo. As interessadas terão ainda como opção a profissionalização em unhas (“Unhas incríveis”), Make (“Maquiadora de sucesso”), Alongamento de Unhas (“B-A-BÁ do alongamento”), Vendas (“Vendedora de milhões”) e Desenvolvimento Pessoal (“Eu no comando!”). Desde o seu lançamento foram mais de mil profissionais formados, com aumento de cerca de 45% na renda das famílias beneficiadas.
Vult também promoveu uma das festas do Big Brother Brasil, onde apresentou a linha de maquiagem com a tecnologia proprietária Real Color, que garante uma pigmentação de alta performance para diversos tipos e tons de pele. Com o conceito “cores reais para peles reais”, a marca brasileira de maquiagem desenvolveu uma linha de produtos que se adapta a diversos tons de pele sem mudar a tonalidade do produto.
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Nova campanha da Conta Simples usa nostalgia tóxica para decretar o fim do modelo de cartões corporativos tradicionais

A Conta Simples acaba de colocar na rua sua nova campanha de marca, trazendo para o centro do debate uma dor que ainda afeta profundamente o ecossistema empresarial do país. Com uma abordagem criativa centrada no conceito de “nostalgia tóxica”, a ação posiciona o Cartão Inteligente como a principal alternativa para romper com o modelo corporativo tradicional, um sistema arcaico que ainda trava a operação financeira de 63% das empresas brasileiras. A estratégia de comunicação foi milimetricamente desenhada para escancarar o contraste entre o passado operacional e a inovação tecnológica, contrapondo o caos de um único cartão compartilhado à eficiência de uma ferramenta onde cada emissão já nasce com regras pré-definidas.
Essa distinção se reflete diretamente no dia a dia das organizações. No formato tradicional, o controle funciona apenas no papel, mas falha gravemente na prática, uma vez que a falta de travas embutidas permite que qualquer despesa seja efetuada, gerando surpresas desagradáveis quando a fatura chega. Em contrapartida, o Cartão Inteligente inverte completamente essa lógica. Cada dispositivo, seja físico ou digital, é configurado com limites específicos, categorias de compras permitidas e responsáveis definidos por equipe, projeto ou tipo de despesa. Caso um pagamento fuja das diretrizes estabelecidas, a transação é bloqueada instantaneamente. A consequência direta dessa automação é a redução drástica do retrabalho, o aumento da previsibilidade financeira e a extinção da burocracia dos reembolsos.
“O Cartão Inteligente não é apenas sobre oferecer crédito. É sobre dar autonomia com controle total antes mesmo do gasto acontecer. O modelo tradicional ainda depende de um único cartão compartilhado e de conferência depois do gasto. O que estamos propondo é uma mudança de lógica e a nova campanha foi construída para tornar esse contraste impossível de ignorar”, afirma Conrado Tourinho, CMO da Conta Simples.
Para traduzir esse posicionamento em imagens, a agência cccaramelo desenvolveu uma trilogia de filmes com estética cinematográfica marcante, utilizando o recurso de telas divididas para colocar os dois mundos lado a lado. No primeiro filme da série, intitulado “Vai e Volta”, a narrativa viaja até os anos 2000 para retratar o colapso de um escritório inteiro refém de um único cartão físico, desencadeando uma busca frenética e interminável via ligações telefônicas. O segundo episódio, “Telefone Sem Fio”, satiriza a falta de comunicação e o desencontro de informações sobre o paradeiro do cartão, resgatando plataformas da época como o MSN e o SMS. Fechando a trilogia, “Se Beber, Não Pague” exibe o choque de um gestor ao analisar o extrato financeiro após uma noite de excessos da equipe, repleta de gastos extravagantes em bares e limusines que o sistema antigo, sem travas prévias, foi incapaz de barrar.
Longe de ser apenas uma licença poética para o entretenimento, o caos retratado nas peças publicitárias é estritamente baseado em dados do mercado real. De acordo com a segunda edição do Panorama da Gestão de Despesas Corporativas, estudo realizado pela própria Conta Simples em parceria com a Visa, 58% das empresas nacionais ainda operam com apenas um ou dois cartões PJ centralizados. A estatística comprova que o enredo dos filmes não é uma ficção exagerada, mas sim o cotidiano operacional de mais da metade do mercado corporativo.
O lançamento da campanha reflete o momento de robustez da fintech. A Conta Simples alcança este patamar com um histórico de mais de 2 milhões de cartões emitidos ao longo de sua trajetória, tendo movimentado R$ 25 bilhões apenas no último ano. Além disso, a empresa registrou um crescimento expressivo de 140% na emissão de novos cartões no primeiro semestre de 2025, números que consolidam sua liderança na transformação do cartão corporativo em uma autêntica ferramenta de inteligência e gestão financeira.
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Ticket celebra 50 anos com foco em sua evolução tecnológica rumo à experiência 100% digital

A Ticket acaba de dar o pontapé inicial nas comemorações de seu cinquentenário. Sob a assinatura institucional “Ticket: há 50 anos, evoluindo. Hoje, 100% digital”, a nova campanha publicitária resgata a trajetória histórica da companhia, reposicionando-a como uma logtech focada no futuro, na desmaterialização dos meios de pagamento e na experiência do usuário.
O filme principal da campanha utiliza uma narrativa visual fluida para ilustrar a evolução do setor. A produção percorre a transição dos antigos blocos de papel (os tradicionais “talões”) para os cartões magnéticos corporativos, culminando no ecossistema atual: o cartão 100% digital integrado a carteiras digitais (Apple Pay e Google Wallet) e plataformas de e-commerce. Para materializar essa jornada estética, a agência apostou em tecnologias de modelagem 3D e ferramentas de inteligência artificial.
“A campanha materializa a evolução da Ticket ao longo dos seus 50 anos. Saímos do talão em papel, avançamos para o cartão e hoje oferecemos uma experiência 100% digital, conectada às necessidades dos usuários e RHs. Mais do que acompanhar mudanças, nosso papel sempre foi liderar essa transformação”, destaca Danilo Teixeira, diretor de marketing da Ticket.
Desenvolvida pela Euphoria Creative, a campanha foca na agilidade de ativação do benefício no primeiro dia de trabalho do colaborador, reduzindo a burocracia logística para os departamentos de Recursos Humanos — território onde a Ticket ostenta o título de marca número 1 na preferência dos profissionais de gestão de pessoas.
“O desafio criativo foi traduzir essa transformação de forma tangível. A ideia foi dar forma a essa evolução de um jeito visual e quase físico, mostrando como a Ticket esteve presente em diferentes momentos da vida das pessoas. A linguagem do filme reforça essa passagem do analógico para o digital de maneira fluida e simbólica”, detalha Marcelo Rizério, cofundador e CCO da Euphoria Creative.







