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Nova campanha de Dove reafirma que é possível proteger contra bactérias, sem ressecar a pele

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Em todo o mundo, Dove é sinônimo de hidratação para a pele. Além de ser um diferencial da marca, a composição de ¼ de creme hidratante tornou-se um ícone associado a seus produtos de cuidado pessoal. Presente no Brasil desde os anos 90, seu sabonete é conhecido pela combinação de limpeza e hidratação, higienizando profundamente ao mesmo tempo em que cuida da pele.


Nos últimos tempos, Dove, uma das maiores marcas em cuidados pessoais do mundo, comprometeu-se em reforçar a importância de higienização das mãos para combater a pandemia da Covid-19 e já vem trazendo em suas campanhas essa importante mensagem. Recentemente, convocou as demais marcas da indústria no Twitter para falar do tema e educar os consumidores sobre como se proteger adequadamente, criando um movimento para incentivar o hábito de lavar as mãos, que é hoje um símbolo de cuidado individual e coletivo.


Agora Dove lança uma campanha que reforça seu poder de limpeza e seu diferencial como a única marca de sabonetes que consegue oferecer proteção contra bactérias e hidratar a pele ao mesmo tempo, oferecendo os dois benefícios no mesmo produto. Nesses tempos em que a lavagem das mãos é constante e necessária, a pele pode ficar ressecada ao usar sabonetes comuns e, com Dove, é possível combinar hidratação e proteção.


Para reforçar seu propósito de limpar, proteger e cuidar da pele, chega “O Poder de Dove”. O novo filme da marca, criado para veiculação em TV aberta e no YouTube, é produzido pela Oglivy e tem duração de 15 segundos. De um jeito prático e lúdico, como já é usual da marca, destaca as funcionalidades do produto por meio de uma dramatização: no vídeo, pequenos grãos de pimenta, que simbolizam as bactérias, são dispostos em um prato. Ao entrarem em contato com Dove, os grãos se dispersam, o que simboliza o poder do produto de afastar as bactérias.

“Dove sempre esteve ligada ao ato de cuidar e lavar as mãos se tornou símbolo do cuidado consigo mesmo e com o outro. A combinação da essência da hidratação de Dove com o seu poder de limpar profundamente e proteger contra bactérias é fundamental para oferecer proteção e cuidado na medida, limpando sem ressecar”, lembra Janice Rodrigues, Gerente de Marketing de Dove.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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