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Nova campanha da Cielo anuncia expansão de Cielo Digi

Diante da aceleração digital provocada pela pandemia, a Cielo lançou, ano passado, o Cielo Digi, pacote de soluções digitais desenvolvido para todos os tipos e tamanhos de negócios. Com notável aceitação, a plataforma da Cielo agora anuncia expansão. E para promover a novidade, a marca conta com campanha criada pela AlmapBBDO.
“A campanha retrata mais uma etapa do CieloDigi, movimento que começou em 2020 e que reforça a busca da Cielo em oferecer as melhores soluções, sejam elas digitais, financeiras ou educativas. Procuramos entender diariamente os desafios de quem tem um negócio no Brasil, nos colocarmos lado a lado e acompanhá-los nesse mundo em transformação”, destaca Thalita Martorelli, Head de Marketing da companhia.
Buscando posicionar a Cielo como uma empresa que oferece diversas soluções digitais para todos os tipos de negócios, além das físicas de pagamento como as maquininhas e, também, como uma empresa tecnológica e inovadora, a agência desenvolveu uma campanha que conta com filme de 30 segundos que será veiculado na TV aberta e fechada. Na mensagem é possível ver diversos negócios e comércios, físicos e digitais, que, ao fazerem uso dos serviços oferecidos pelo Cielo Digi, passaram a aceitar todas as formas de pagamento, inclusive pelas redes sociais. A novidade ainda anuncia parceria inédita com o Google, na qual os clientes podem divulgar suas lojas, entre outras soluções completas para acompanhar o mundo em transformação.
A expansão da plataforma ainda traz entre suas soluções financeiras o Receba Rápido – para antecipação de vendas, o Receba Mais – acesso a crédito de forma facilitada, e até mesmo o Parcelado Cliente – que oferece o parcelamento das vendas sem cobrança extra para o comércio. O Cielo Digi ainda possibilita o acesso à conteúdos educacionais gratuitos, oferecidos em parceria pelo Eduk e Sebrae, para auxiliar os empreendedores e empresários nos processos de digitalização de seus negócios.
A campanha pode ser conferida nas redes oficiais da marca, como Twitter, Linkedin, YouTube, Facebook e Instagram, e ainda conta com uma estratégia de mídia que envolve pílulas branded content desenvolvido para a CNN Brasil, merchandising no programa Tonight, apresentado por Gabriela Prioli e um quadro chamado “Histórias Reais, Soluções Digitais” que é exibido durante o programa Pequenas Empresas Grandes Negócios na Globo, anúncios no Facebook e Google, e ainda, impulsionamento realizado por influenciadores, incluindo o apresentador Luciano Huck.
Ficha técnica
Agência: AlmapBBDO
Anunciante: Cielo
Campanha: Cielo Digi
CCO: Luiz Sanches
Diretor de criação executivo: Ricardo Chester
Diretor de criação: Iron Brito
Criação: Iron Brito e Marcelo Pignatari
Atendimento: Marina Veludo, Marcus Avena, Luana Sabonge e Mateus Souza
Planejamento: Sergio Katz, David Gross, Thauanne Menezes, Isabela Ventura e Inaeh do Nascimento Souza
Mídia: Mel Carvalho, Ana Carolina Campos, Camille Abdo, Rayza Oliveira, Peterson Santana, Gustavo Castanheira e Sávio Figueiredo
Produção Audiovisual: Vera Jacinto, Diego Villas Bôas e Paula Buzzi
Art buyer: Maria Teresa Setti de Arruda e Ana Cecilia da Costa
Aprovação cliente: Thalita Martorelli, Luciana Menegheli, Natalia Diniz, Bruna Indicatti e Catarina Xidieh
Produtora Filme: Compañia
Diretor: Cinza
Produção Executiva: Maria João Calheiros
Diretor de Fotografia: Bruno Tiezzi
Assistente de Direção: Vitor Moreno
Atendimento Produtora: Marquinhos Monteiro
Coordenação de Produção: Giba Rodrigues e Ale Pierro
Montagem: Daniel Barosa
Pós-Produção/Finalização: Eduardo Coelho – Dudu
Produtora de Áudio: RAW
Desenhista de Som: Enrico Maccio e Philip Braunstein
Editor de Som: Enrico Maccio e Philip Braunstein
Mixador de Som: Enrico Maccio e Philip Braunstein
Locutor: Wanessa Morgado
Diretor de Gravação de Voz: Robério Barbosa
Compositor de Trilha: Ricardo Pinda e Hilton Raw
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








