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Nissan Leaf invade a Matrix em nova campanha integrada

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A WarnerMedia produziu uma série de ações customizadas para o Nissan LEAF, modelo 100% elétrico da marca japonesa, vinculadas ao lançamento de “Matrix Resurrections”, novo capítulo da famosa franquia, que estreia exclusivamente nos cinemas em 22 de dezembro. A campanha, criada junto à Lew’Lara\TBWA, associa a tecnologia de ponta e a inovação do veículo com o ambiente digital e futurista de Matrix.

“A campanha se favorece do poderoso ecossistema WarnerMedia, com uma entrega criativa conectando cinema, televisão, digital e um público que, além de ávido pelo retorno da saga, é hiper conectado à tecnologia do modelo da Nissan”, afirma Samuel Sabbag, Diretor de Ad Sales da WarnerMedia.

“O retorno da franquia Matrix ao cinema é um dos lançamentos mais esperados do ano, e Matrix Resurrections é um filme que levará legiões de fãs às salas de cinema para conferir esse novo capítulo na tela grande. Essa franquia espetacular, gera grandes oportunidades para todas as divisões da WarnerMedia, além de para parcerias estratégicas com grandes empresas que estejam alinhadas com os temas de tecnologia e inovação do filme”, diz Hernan Viviano, Vice-Presidente de Theatrical da Warner Bros.

“Quando falamos de tecnologia e inovação não tem nada melhor do que o nosso ícone da Mobilidade Inteligente Nissan, o 100% elétrico Nissan Leaf. Nos associar a um filme que é sinónimo de uma revolução tanto tecnológica faz todo o sentido quando falamos na revolução que um carro 100% elétrico já est gerando na sociedade. Por isso a escolha de colocar o melhor da tecnologia como parceiro principal neste grande lançamento. O Nissan Leaf não somente surpreendeu em todos os aspectos desse o seu lançamento, como também trouxe um novo conceito de dirigir como é o do e-pedal que possibilita dirigir somente com um pedal, entre outros avanços tecnológicos que fazem que dirigi-lo seja tão divertido como assistir a uma sessão de um filme da inovadora franquia Matrix”, afirma Humberto Gomez, diretor de marketing da Nissan do Brasil.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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