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Nissan Leaf invade a Matrix em nova campanha integrada

A WarnerMedia produziu uma série de ações customizadas para o Nissan LEAF, modelo 100% elétrico da marca japonesa, vinculadas ao lançamento de “Matrix Resurrections”, novo capítulo da famosa franquia, que estreia exclusivamente nos cinemas em 22 de dezembro. A campanha, criada junto à Lew’Lara\TBWA, associa a tecnologia de ponta e a inovação do veículo com o ambiente digital e futurista de Matrix.
“A campanha se favorece do poderoso ecossistema WarnerMedia, com uma entrega criativa conectando cinema, televisão, digital e um público que, além de ávido pelo retorno da saga, é hiper conectado à tecnologia do modelo da Nissan”, afirma Samuel Sabbag, Diretor de Ad Sales da WarnerMedia.
“O retorno da franquia Matrix ao cinema é um dos lançamentos mais esperados do ano, e Matrix Resurrections é um filme que levará legiões de fãs às salas de cinema para conferir esse novo capítulo na tela grande. Essa franquia espetacular, gera grandes oportunidades para todas as divisões da WarnerMedia, além de para parcerias estratégicas com grandes empresas que estejam alinhadas com os temas de tecnologia e inovação do filme”, diz Hernan Viviano, Vice-Presidente de Theatrical da Warner Bros.
“Quando falamos de tecnologia e inovação não tem nada melhor do que o nosso ícone da Mobilidade Inteligente Nissan, o 100% elétrico Nissan Leaf. Nos associar a um filme que é sinónimo de uma revolução tanto tecnológica faz todo o sentido quando falamos na revolução que um carro 100% elétrico já est gerando na sociedade. Por isso a escolha de colocar o melhor da tecnologia como parceiro principal neste grande lançamento. O Nissan Leaf não somente surpreendeu em todos os aspectos desse o seu lançamento, como também trouxe um novo conceito de dirigir como é o do e-pedal que possibilita dirigir somente com um pedal, entre outros avanços tecnológicos que fazem que dirigi-lo seja tão divertido como assistir a uma sessão de um filme da inovadora franquia Matrix”, afirma Humberto Gomez, diretor de marketing da Nissan do Brasil.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








