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Ninho enaltece histórias reais de mães que aprendem com os filhos

Neste Dia das Mães, Ninho apresenta, em parceria com a Publicis, sua campanha em celebração à data. Com relatos reais capazes de emocionar e gerar identificação, mostra que o processo de aprendizagem pode ser uma troca: mães ensinam, mas também aprendem com seus filhos.
Pelo quinto ano em Dia das Mães, Ninho realiza o maior investimento em ações que inaugura um novo território que acompanhará a marca pelos próximos anos. Pesquisa exclusiva realizada pelo CLAB, da Nestlé, com 450 mães das classes ABC de todas as regiões do Brasil, revelou que a principal preocupação delas é a educação (37%), o futuro dos seus filhos (13%) e os valores que eles aprendem ao longo do crescimento (12%).
“Para Ninho, o aprendizado é um processo contínuo e essencial na formação das crianças, e sabemos que a nutrição é um fator fundamental nessa evolução. Valorizamos muito a cumplicidade entre mãe e filho, e como essa relação pode contribuir para um aprendizado mútuo, pois sabemos que mães ensinam, mas também aprendem com os seus filhos. E por isso, convidamos essas mães a acolherem as suas inseguranças sobre como educar, libertando da necessidade de saberem todas as respostas. Queremos incentivá-las a enxergarem mais leveza nesse processo, ainda mais nos dias de hoje, com tantas incertezas, dando espaço para também aprenderem durante o desenvolvimento dos filhos”, finaliza Stephanie Arnesen, diretora de marketing de lácteos da Nestlé.
A campanha é estrelada por quatro mães. Uma delas é a Sandra, mãe do Damião, que foi alfabetizada pelo seu filho e representa o poder transformador que o amor tem dentro do processo de aprendizagem. A partir desse enredo, o filme hero da marca, embalado pela trilha sonora de “O Caderno”, de Toquinho, estreou no intervalo no Fantástico.
Nas redes sociais, a marca apresenta a história de outras três mães a partir do olhar do fotógrafo Brian Baldrati (@isthisreal). São narrativas que contam com depoimentos reais de diferentes mães relatando o que aprenderam com seus filhos e filhas: Gisele, mãe do Rafael e da Sara, uma criança síndrome de Down; Sandra, mãe adotiva do Ryan, e Alessandra, que aprendeu um novo esporte para ajudar o filho Artur. Além disso, Ninho se une a mães criadoras de conteúdo do Digital Favela, maior ecossistema de influenciadores de favelas do mundo, que relatarão suas perspectivas sobre aprendizagem mútua.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







