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Nilo Thiago, VP de Criação da Lean Agency, é convidado a integrar o júri do Festival Internacional de Publicidade de Lisboa 2024

O publicitário Nilo Thiago, VP de Criação da Lean Agency, foi selecionado para compor o júri do Lisbon International Advertising Festival 2024, festival internacional de publicidade. Ele fará parte do ‘Grande Júri’, avaliando trabalhos na categoria filmes ao lado de grandes personalidades do setor. O anúncio dos vencedores ocorrerá no dia 9 de outubro.
Com mais de 15 anos de experiência na profissão, Nilo já conquistou mais de 35 prêmios regionais, além de reconhecimentos nacionais e internacionais. Atualmente, lidera a criação de campanhas para a Lean, que se consolidou no mercado como referência em estratégias de comunicação ao criar e desenvolver ações tanto para marcas de projeção nacional, como a Betnacional e o Centro de Ensino Grau Técnico, quanto para negócios de atuação regional, a exemplo de Indústrias Becker no Nordeste.
“É uma grande honra integrar, mais uma vez, o júri do Lisbon International Advertising Festival. Será um prazer avaliar campanhas de alto nível ao lado de talentos globais e trocar experiências com outros profissionais”, afirmou Nilo Thiago. O VP de Criação destacou ainda que participar de um festival internacional é um sinal do alto nível de competitividade da agência: “Dividimos espaço com alguns dos maiores e mais talentosos grupos de comunicação do mundo”, finalizou.
Criado em Lisboa em 2015, o Lisbon International Advertising Festival reconhece e premia o talento na indústria da publicidade, destacando campanhas e ideias criativas que impactam o público. O festival conta com um corpo de jurados altamente diversificado, composto por profissionais renomados de países como Portugal, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Chile, Panamá, Emirados Árabes, Singapura, Nigéria, entre outros, o que garante uma avaliação ampla e inclusiva das peças inscritas.
Com categorias que abrangem desde publicidade tradicional até novas formas de mídia digital e interativa, o festival promove a diversidade e a evolução do cenário publicitário global.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.








