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Next anuncia Tatá Werneck como nova embaixadora da marca

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Next anuncia Tatá Werneck como nova embaixadora da marca
O next anuncia Tatá Werneck como nova embaixadora e representante da marca. A parceria, de longo prazo e exclusiva, começa a partir de hoje com a nova campanha institucional do next – a maior desde sua criação, em 2017.

Criada em parceria com a agência R/GA, a campanha vai presentear o público com o “Tatá Wernext Show”: em seu melhor estilo, a atriz e apresentadora entrevistará o aplicativo do next para destacar suas funcionalidades e benefícios. Vai abordar, por exemplo, a conta e o cartão grátis, os programas de cashback e de indicações de amigos, as opções de investimento e crédito, entre outros temas.

A primeira parte da campanha começa com um teaser, hoje, em que Tatá revela estar com um “relacionamento sério” com o next: “Eu mudei meu sobrenome! (…) Ele me conquistou porque é lindo, todo verde, porém maduro… É uma relação super duradoura, pra mim é para o resto da vida e acho que pra ele também…”. A partir de segunda-feira, dia 19, a campanha completa estará no ar, com dois filmes (um de 30 e outro de 15 segundos) para Internet e redes sociais (Facebook, Instagram, TikTok e Twitter, incluindo os perfis do next e da Tatá). Haverá também ativação out-of-home (em locais públicos, como pontos de ônibus, estações de metrô e relógios). Até o fim do ano, novos vídeos serão produzidos para meios digitais e redes sociais. O teaser já está no canal do next no YouTube (@videosdonext), que também exibirá os outros vídeos após o início oficial.

Foram vários os motivos para a escolha de Tatá Werneck como embaixadora: “Tatá é querida por um público diverso; tem uma linguagem divertida e que prende a atenção; é uma pessoa corajosa e versátil, que fez sua carreira acontecer trabalhando desde adolescente com muita dedicação. Esse perfil personifica o conceito da marca do next, de ser um banco digital que impulsiona as pessoas a fazer acontecer”, afirma Paulo Aguiar, head de Marketing do next.

Para Renato Ejnisman, CEO do next, “Tatá Werneck representa o que há de mais ágil, divertido e inteligente na comunicação com as pessoas. São características que combinam com tudo o que buscamos para tornar a experiência do cliente a mais agradável possível. Vai ser um prazer contar com Tatá Werneck para levar a marca next ao grande público que ela atinge, de todas as idades e classes sociais, consolidando nosso momento de expansão”.

Mauro Ramalho, VP, Diretor Executivo de Criação da R/GA São Paulo, também comemora a escolha da atriz e apresentadora: “Como seria um talk show em 2021 do next com a Tatá Werneck? Quando pensamos em juntar as duas coisas, surgiu o ‘Tatá Wernext Show’, um talk show em que o next irá conquistar não só a Tatá, mas todo mundo”, afirma.

“Estávamos há tempos namorando essa possibilidade. Eu gosto muito de fazer campanhas para empresas nas quais eu confie e acredite. E as pessoas do next são tão, mas tão legais, que fiquei com vontade de ter miniaturas deles na minha estante. No caso deles, já me consideram uma miniatura”, afirma Tatá (Wernext) Werneck.
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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