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Neve® convida artista para criar ilustrações sobre a realidade do saneamento básico no Brasil

Celebrado em 19 de novembro, o Dia Mundial do Banheiro foi criado pelas Nações Unidas como forma de aumentar a conscientização sobre a falta de saneamento básico no mundo. Para gerar sensibilização sobre o tema, a marca de papeis higiênicos e lenços umedecidos Neve®, convidou o artista paraense Ritchelly Oliveira para produzir uma série de ilustrações realistas que transmitem um pouco da realidade de cerca de metade da população brasileira que não tem acesso a tratamento e coleta de esgoto, e de mais de 4 milhões* de pessoas sem um banheiro.
As sete obras, que parecem fotos, são ilustrações produzidas com carvão. Como referência, o artista inspirou-se em imagens captadas por iniciativas de empreendedores sociais que levam soluções alternativas de coleta e tratamento de esgoto para áreas periféricas ou isoladas, como zonas rurais e comunidades tradicionais (indígenas, quilombolas etc.).
A iniciativa foi realizada por meio do projeto Banheiros Mudam Vidas, um projeto global da Kimberly-Clark e liderado por Neve® no Brasil. A ação inclui um texto manifesto para o Dia Mundial do Banheiro, como forma de disseminar o tema e os projetos realizados pelas iniciativas que receberam apoio e participaram de um processo de aceleração promovido pela marca no último ano.
As ilustrações, que parecem fotos, foram produzidas em carvão, em um processo que durou cerca de três meses. Além da base das imagens que transmitem histórias reais, o artista envolveu em seu processo de criação suas vivências familiares. “Nasci em uma cidade no interior do Pará chamada Xinguara, onde muitas famílias usam banheiros fora de casa, as chamadas casinhas, como foi a realidade dos meus avós e tios que moravam pela região. Vivenciei isso até os meus quinze anos, sobretudo nos períodos de férias quando visitava meus familiares. Participar do projeto Banheiros Mudam Vidas foi um jeito de retomar essa realidade que fez parte da minha história e ainda hoje é a de muitos brasileiros”, comenta o artista Ritchelly Oliveira. As ilustrações estão publicadas nos canais sociais da marca, acompanhadas de um texto manifesto
Além da série ilustrada, Neve® lançou em outubro o documentário “Banheiros Mudam Vidas”, um curta-metragem produzido à distância e com histórias de personagens beneficiados pelo projeto. Nesse ano, a marca ainda transformou suas embalagens em uma plataforma de divulgação para a crise sanitária no País, dando visibilidade ao trabalho realizado pelos empreendedores sociais que receberam apoio da marca.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.









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