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Netza&CO se filia à AYA Earth Partners para iniciativas de negócios de baixo carbono

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Ser uma das iniciativas responsáveis por ajudar a transformar o Brasil na maior economia verde do planeta. Esta é a meta da AYA Earth Partners, maior ecossistema de negócios de baixo carbono do país que reúne empresas, organizações do terceiro setor e especialistas dispostos a compartilhar conteúdos e serviços.

Filiada ao ecossistema, a Netza&CO passa a fazer parte dos membros que buscam um modelo de desenvolvimento econômico que funcione para os negócios, para o meio ambiente e para as pessoas. A iniciativa aponta os holofotes para o mercado de comunicação, mostrando como a indústria de ponta da economia criativa – capaz de mobilizar R$8,54 no PIB nacional para cada real investido em propaganda (dados: CENP MEIOS) – pode se unir à causa e trazer importantes avanços na agenda ESG.

“Nossa visão de futuro é realmente colocar em prática movimentos que equilibrem a nossa pegada no mundo. É entender ações que solucionem o problema do cliente e que, ao mesmo tempo, tenham impacto positivo também em outras frentes, ambientais e/ou sociais, e como resultado, percebemos o retorno de valor para nossa própria indústria. É uma tríade que precisa permanecer em equilíbrio. E ser membro de um ambiente colaborativo que divide o mesmo mindset só nos dá forças para ser o parceiro do segmento de marketing a contribuir para essas metas da AYA”, explica Fabiana Schaeffer, cofundadora da Netza&CO.

Tendo princípios ESG como um dos pilares de atuação do ecossistema, a filiação à AYA consolida o novo posicionamento da Netza&CO em olhar, de forma estratégica, para o futuro do mundo através de suas diferentes expertises e soluções de marketing, como live marketing, estratégias de incentivo de vendas, marketing digital, dados, brand content, entre outros.

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Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

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O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.

Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.

“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.

No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”

“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.

Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.

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LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

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A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.

O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.

“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.

A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.

Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.

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