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Nestlé lança ação para dar visibilidade a projetos transformadores liderados por jovens brasileiros

Comprometida em ajudar 10 milhões de jovens em todo o mundo a terem acesso a oportunidades econômicas até 2030, a Nestlé, além de ter como objetivo deixar um legado para o futuro, investe em novas gerações e ações que façam a diferença na sociedade. Por isso, no ano em que completa 100 anos no Brasil, a companhia anuncia o projeto “Geração Que Faz Bem”.
Desenvolvido para jovens líderes brasileiros que possuam iniciativas com impacto social, o projeto, em parceria com a KidsRights e a Yunus Corporate, selecionará oito ações sociais para ganharem visibilidade nas embalagens de alguns dos produtos Nestlé. Com a visibilidade dessas ações nos pontos de venda, a Nestlé pretende impactar cada vez mais os consumidores sobre projetos que fazem a diferença na vida das pessoas.
Os selecionados, escolhidos após triagem organizada pela Nestlé, KidsRights e Yunus, passarão por uma mentoria sobre gestão, empreendedorismo e também liderança, ajudando a estruturar o projeto e ganhar escala, transformando ainda mais o Brasil. Para participar é preciso que o jovem inscreva o próprio projeto no site www.geracaoquefazbem.com.br até o dia 21 de julho. Os escolhidos terão esse acompanhamento ao longo de sete encontros com os parceiros, e em outubro, produtos como Nescau, Neston e cerais Nestlé é chegarão às gondolas com os projetos estampados.
“Sabemos que o cenário da pandemia dificultou a vida de muitas pessoas, principalmente dos jovens no mercado de trabalho. A Nestlé está presente em 99% dos lares, por isso queremos dar visibilidade às ações lideradas por esses jovens, que são o nosso presente e futuro, queremos fazer com que as iniciativas cheguem ainda mais longe, utilizamos nosso espaço para dar lugar a eles”, comenta Frank Pflaumer, vice-presidente de marketing e comunicação da Nestlé.
O conceito da iniciativa “Geração Que Faz Bem” é uma criação da agência PROS, responsável pela execução, integração das marcas e a conexão da ação o propósito Nestlé.
“Quando começamos esse projeto para comemorar os 100 anos de Nestlé, decidimos que era mais importante pensar nos próximos 100 anos do que nos 100 anos que se passaram. Isso nos inspirou a ir atrás de jovens que estão fazendo a diferença hoje e que com certeza farão no futuro. Foi assim que surgiu o Projeto Geração que faz bem. Uma iniciativa que vai usar a força da marca Nestlé para acelerar projetos de impacto social de jovens e mais, vai usar as embalagens das marcas como mídia para divulgação da campanha” Mario Telles, Diretor de Criação da PROS.
KidsRights e Yunus
A KidsRights é uma fundação internacional com projetos que buscam alcançar, promover e respeitar os direitos da criança e do jovem. Com nomes como Greta Thunberg e Malala, descobertos por eles, a Fundação se preocupa em criar lugar para que o direto das crianças e jovens sejam garantidos. Eles atuam em todo o mundo e ajudam a ampliar e acelerar as ações desses jovens, transformando-os em agentes de mudança para as próprias comunidades e fora delas.
“Assim como a KidsRights, nós também acreditamos que os jovens são agentes de mudança na sociedade. Por isso, nossa parceria nesse projeto é fundamental. Com a ajuda deles e da Yunus, conseguiremos identificar e selecionar as oito ações para incentivar ainda mais esses jovens”, finaliza Frank Pflaumer.
A Yunus Corporate é a unidade de Inovação Social Corporativa da Yunus Negócios Sociais e tem como objetivo apoiar grandes empresas a criarem estratégias de inovação social conectadas ao seu core business, ajudando a materializar sua visão de futuro e seu propósito através de impacto social. A Yunus Negócios Sociais acredita no poder dos negócios para endereçar e resolver os problemas mais complexos da nossa sociedade e do nosso planeta. Através do mindset dos Negócios Sociais – um modelo iniciado pelo co-fundador e Nobel da Paz, Prof Muhammad Yunus – trabalha com modelos de negócios inovadores, em diferentes geografias do mundo. É parte de uma rede global, com sede em Berlim e presença, além do Brasil, em países como Índia, Portugal, Uganda, Quênia e Colômbia.
Nestlé pelos Jovens
Em 2017, a Nestlé assumiu o compromisso de ajudar 10 milhões de jovens em todo o mundo a terem acesso a oportunidades no mercado de trabalho até 2030. Além de ações internas, como Programas de Trainee, Estágio e Capacitação, a Companhia possui também o programa Youth – Iniciativa Pelos Jovens, que tem o objetivo de aumentar a empregabilidade dos jovens no país por meio da educação complementar e qualificação profissional, com a parceria de mais de 50 empresas. A Nestlé organiza também encontro de jovens no Mercosul, reunindo especialistas e representantes de instituições privadas para debates sobre empregabilidade na região e empreendedorismo entre os jovens.
FICHA TÉCNICA
Título: Geração que faz bem
Anunciante: Nestlé
Produto: Campanha 100 anos
Agência: PROS
co-CEOs: Fernanda Tchernobilsky e Daniela Graicar
Diretores de Criação: Maria Claudia Mestriner, Katia Santos e Mario Telles
Criação: Rodrigo Cardozo, Everton Cardoso, Amanda Sodre
Produção: André Patrício
Estratégia: Pedro Tozzini
Negócios: Ana Assaly e Jessica Carvalho
Cliente: Nestlé
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








