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NESCAU anuncia a retirada de 100% dos canudos plásticos de suas bebidas

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Com o compromisso de reduzir o uso de plástico em seus produtos, NESCAU anuncia mais um importante passo em seus cuidados com o meio ambiente. A partir de dezembro de 2020, a marca vai substituir 100% dos canudos plásticos de suas bebidas por alternativas de papel. A iniciativa é uma continuação da jornada iniciada em 2019, com o anúncio da retirada de parte dos canudos plásticos de NESCAU Prontinho.


A substituição vai se estender também para todo o portfólio de bebidas da Nestlé, o que vai fazer com que a empresa deixe de utilizar mais de 300 milhões de canudos plásticos por ano a partir de 2021, totalizando cerca de 128 toneladas de plástico a menos. O investimento nesta jornada foi de R﹩ 50 milhões – que inclui nova linha de produção, adaptações em fábrica e comunicação – e integra as comemorações de 100 anos da Nestlé no Brasil, que serão completados no próximo ano.

Além da eliminação dos canudos plásticos, NESCAU deu também importantes passos para a redução de uso de materiais de embalagens em sua linha de bebidas, fabricadas na unidade de Feira de Santana (BA). Após diversas pesquisas e investimentos, os plásticos que mantêm unidas as embalagens de NESCAU Prontinho nos packs de três, nove e 27 unidades serão eliminados e substituídos por envoltórios de papel, resultando na redução do uso de 278 toneladas de plástico. Utilizando um novo sistema, com uso de cola para manter pallets unidos, a companhia também conseguiu retirar os plásticos que envolviam os produtos que saíam da fábrica para distribuição. Com isso, serão eliminadas mais 16 toneladas de materiais plásticos por ano. No total, as ações de retirada dos canudos, shrink e stretch film juntas vão resultar na redução de mais de 420 toneladas de plástico.


A ação também se soma ao projeto #JogaJunto, um grande movimento liderado por NESCAU desde o ano passado e que convida os consumidores a participarem de uma jornada de evolução, jogando junto com a marca pelo bem da natureza.

Em fevereiro 2019, dentro da iniciativa, a marca anunciou uma parceria com o Projeto TAMAR, um dos principais projetos socioambientais do país que atua na busca pela preservação das tartarugas-marinhas ameaçadas de extinção. Desde então, as ações em parceria com o TAMAR se desdobraram em diversas frentes de conscientização ambiental, educação e apoio à pesquisa e trabalho em campo com as tartarugas. Uma das iniciativas de destaque é o Projeto Tamarear, que promoveu, ao longo de 2020, aulas de biologia, surf e consciência ambiental para crianças em Fernando de Noronha. Outra frente importante foi a aquisição de transmissores via satélite que serão implantados em tartarugas para que elas possam ser monitoradas em tempo real por biólogos.


“Essa é uma jornada de transformação e nosso compromisso é que nenhuma de nossas embalagens vá parar no meio ambiente. Para isso, estamos atuando em diferentes frentes que vão desde repensar nossas embalagens, desenvolver novos materiais e soluções, até promover iniciativas que conscientizem as pessoas sobre a importância do descarte correto de resíduos e da proteção ao ecossistema de onde vivem. Com NESCAU, trazemos muito forte essa bandeira de sustentabilidade e queremos usar a força da marca para ajudar a promover mudanças com impacto de longo prazo para a proteção do planeta”, destaca Fabiana Fairbanks, diretora de bebidas da Nestlé Brasil.


Compromisso em reduções
Em 2020, NESCAU também criou um novo produto orgânico pronto para beber, em embalagem que dispensa o uso de tampas plásticas. Com a novidade, a empresa vai evitar a utilização de mais de 600 mil tampas por ano, o que equivale a cerca de 2,6 toneladas de plástico.


A Nestlé tem um compromisso de entregar seus produtos em embalagens que sejam seguras e minimizem impacto no meio ambiente. O objetivo é até 2025 tornar todas as suas embalagens recicláveis ou reutilizáveis em todo o mundo, em um trabalho que passa por repensar materiais, desenvolver cadeias de coleta seletiva e engajar e educar consumidores e parceiros.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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