Empresa
Natura e Avon unidas em movimento para prevenir e enfrentar a violência doméstica

Movimento #IsoladasSimSozinhasNão, lançado pelo Instituto Avon, foi endossado pela Natura por meio de ações para toda a rede de relações. No Brasil, isolamento social da Covid-19 aumentou em pelo menos 9% os casos de violência doméstica
Com as medidas de isolamento e distanciamento social recomendadas para combater o novo coronavírus, a violência doméstica torna-se um desafio ainda maior. Segundo levantamento da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, durante o isolamento, já houve um aumento de quase 9% no número de atendimentos no Brasil. Diante desse desafio, Natura e Avon se uniram pelo movimento global #IsoladasSimSozinhasNão, lançado pelo Instituto Avon e endossado pela Natura em todos os países da América Latina onde opera.
“Para muitas mulheres e meninas, o confinamento pode aumentar a frequência e gravidade dos episódios de violência doméstica, em todas as suas formas. Precisamos redobrar o apoio a estas mulheres, para quem a casa, longe de ser um lar seguro, é o espaço em que está mais exposta ao risco. Queremos, por meio destas iniciativas, mostrar que elas não estão sozinhas”, aponta Daniela Grelin, Diretora Executiva do Instituto Avon.
“Para dar visibilidade à luta contra a violência doméstica, estamos trabalhando para dar suporte, orientação e contribuir para que as vítimas saibam identificar situações de violência e a quem recorrer neste momento”, afirmou Cida Franco, a Diretora de Vendas Brasil da Natura. “Historicamente, as marcas são engajadas em apoiar mulheres. Agora unidas, podemos ampliar o potencial de proteger toda nossa rede de relações, entre consultoras, colaboradores e consumidores. Estamos fisicamente distantes, mas precisamos estar mais juntos do que nunca”, argumentou a executiva.
Desde 2008, o Instituto Avon articula empresas públicas e privadas, organizações sociais e órgãos públicos no Brasil e já destinou mais de 30 milhões para apoiar e proteger mulheres e meninas em situação de violência em quatro frentes: formação e informação, advocacy, engajamento da sociedade e apoio a projetos nas áreas de segurança pública, justiça, saúde e educação no tema. Pelo posicionamento da Natura em estabelecer um compromisso que reforce sua causa “Cada pessoa importa”, a marca também lança ações que visam a diminuir os casos de violência doméstica.
Com intuito de ampliar a mensagem de prevenção e o enfrentamento da violência contra as mulheres e meninas para todos os públicos, o Instituto Avon, em parceria com as plataformas Papo de Homem e Quebrando Tabu, produziu uma série de conteúdos digitais que têm sido publicados nas redes sociais do Instituto. Os objetivos são trazer dicas sobre como cuidar da saúde mental durante o período de confinamento, auxiliar as mulheres a identificarem os sinais de relações abusivas e mostrar que ela não está sozinha apresentando as várias formas que ela pode pedir ajuda.
Destinado a atender líderes de negócio Natura e executivas de vendas Avon, as marcas fecharam parceria com a startup “Mete a Colher” para uso da ferramenta de assistência social TINA. As consultoras Natura também terão à disposição uma cartilha para identificar casos de violência doméstica, contendo orientações sobre conduta ideal, assim como divulgação de canais de denúncia. Para o público geral, a Natura patrocinou uma minissérie com cinco episódios do podcast Mamilos sobre a temática. Ao final, cada episódio abordará a história de uma pessoa que superou o ciclo da violência.
Avon e Natura juntas por toda América Latina
A união das marcas para o enfrentamento da violência doméstica não se resumirá apenas ao território brasileiro. Em outros países da América Latina, como Argentina, Chile, Uruguai, Colômbia, Equador, Peru e México, Avon e Natura estão juntas para reduzir os números de violência dentro dos lares.
Na última segunda-feira (30), as duas marcas lançaram um manifesto do movimento #AisladasNoSolas em que chamam a atenção para situação de mulheres que estão trancadas em casa com um agressor em um contexto de pandemia global.
Nesses países, a Avon desenvolveu uma maneira de alcançar vítimas de violência de forma velada, como um “cavalo de troia”. A marca enviará, por WhatsApp, vídeos de receitas culinárias para mulheres de toda a sua rede. Durante a exposição do conteúdo, serão compartilhadas informações de combate a agressões contra mulheres, como telefones de emergência e incentivos para apoiar vítimas.
Adicionalmente, lives patrocinadas de influenciadores no Instagram abordarão o tema de prevenção ao Covid-19 e levantarão a temática de que milhares de mulheres podem estar isoladas em casa, junto a um agressor. Para dar suporte às iniciativas lançadas pela Avon, a Natura irá replicar os conteúdos em suas redes sociais e com sua rede de consultoras, aumentando a visibilidade do tema.
AVON Foundation compromete 1 milhão de dólares para ONGs
Na última terça-feira (31), o grupo Natura &Co anunciou que o Instituto Avon global destinará 1 milhão de dólares para organizações que atuam na linha de frente para apoio a mulheres e crianças vulneráveis.
A iniciativa foi uma resposta aos indicadores de violência doméstica de todo o mundo. Relatórios da China apontaram que os casos triplicaram em comparação com o ano anterior. As frentes de atendimento à violência doméstica no Reino Unido e nos EUA também relatam um aumento semelhante – dobrando, de acordo com algumas fontes.
“A violência doméstica já é uma epidemia escondida a portas fechadas. Como o Covid-19, é um assassino silencioso. Uma consequência não intencional das medidas de isolamento necessárias para combater o coronavírus é que mulheres e crianças vulneráveis ficam presas em casa com agressores e incapazes de procurar ajuda”, afirmou Angela Cretu, CEO da Avon.
“Por isso, queremos financiar as ONGs por meio da Fundação Avon para Mulheres, nossas equipes da Avon doarão produtos vitais – de cuidados pessoais a higienizadores de mãos e sabonetes – a refúgios em todo o mundo”, concluiu a executiva.
Empresa
Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

Empresa
Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.







