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MRV participa pela primeira vez do BBB e transforma Quarto do Líder em Apê

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Os líderes do BBB 25 não vão mais desfrutar de suas vitórias no tradicional e disputado quarto do líder. A  construtora MRV estreia entre os parceiros do programa e oferece uma experiência de lar aos participantes: o “Apê do Líder”, que simula um apartamento real e que terá um toque especial para que o líder se sinta em casa.

A MRV traz para o BBB 25 toda a sua expertise em criar um apartamento funcional e aconchegante, que será reduto de confraternizações ao longo de todo o reality. O Apê do Líder, nas cores vibrantes da MRV, laranja e verde, possui cozinha integrada e salas de estar e jantar, o espaço em que o brother receberá seus aliados no open house do líder.

“A MRV é referência em realizar o maior sonho dos brasileiros: ter um lar para chamar de seu. Há 45 anos, entregamos mais que chaves, entregamos histórias de conquistas e vitórias, que transformam vidas. Estar na casa mais vigiada do Brasil é uma oportunidade única de mostrar que a casa própria com a MRV é uma conquista possível, acessível e cheia de significado — exatamente como o ‘Apê do Líder’, que celebra a conquista de um grande sonho após superação de desafios”, explica Alexia Duffles, diretora de Marketing da MRV.

“O BBB tem um formato já conhecido e consagrado e é sempre um desafio inovar dentro deste contexto. O Apê é uma inovação em formato, uma ideia impossível de ignorar e que vai colocar a marca e o produto em destaque dentro do maior gerador de conversas do país. Estamos muito animados com esta oportunidade e certos de que mais brasileiros poderão realizar seu sonho da casa própria”, afirma Renata Valio, vice-presidente de mídia da DM9.

Nesta primeira semana, o “sextou do líder” aconteceu já após a primeira prova, realizada no dia 16 de janeiro. Após a competição, a dupla vencedora recebeu a chave simbólica do apartamento, acompanhada de uma carta da MRV que exalta o significado da conquista. E a grande emoção ficou por conta da descoberta de que, além de conquistar a primeira liderança, um deles ainda ganhou um apartamento real da MRV, definido em uma dinâmica de sorteio.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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