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MOÇA® lança e-commerce de bolos, sobremesas e doces

Prestes a comemorar 100 anos no país, a Nestlé acaba de lançar o e-commerce de Moça® Doceria, que representa um marco importante na jornada de transformação digital da companhia. O cardápio traz um mix de receitas conceituadas e tradicionais de Moça® e criações inéditas e deliciosas desenvolvidas pelo time de Chefs de Nestlé Professional. São recheios e coberturas com sabor único de Moça®. Entre elas, nove opções de bolos incrivelmente saborosos, além de diversas opções de docinhos, tortas e pudins.
“Nosso canal tem como objetivo atender aos consumidores que buscam uma experiência afetiva de confeitaria para quando bater aquela vontade de comer uma sobremesa gostosa ou até mesmo surpreender a família e amigos em uma data especial. E para isso nada melhor do que um doce feito com Leite Moça®, que faz as sobremesas darem certo desde 1921”, conta Maria Helena Stechechem, Marketing da marca em Nestlé Professional.
A confeitaria online de Moça® faz entregas no mesmo dia para pedidos realizados até meio dia, inicialmente, num raio de 8km do Campo Belo, atendendo bairros como Moema, Santo Amaro, Aeroporto, entre outros. A entrega será expandida de forma contínua, com base nos aprendizados e insights recebidos através dos consumidores, garantindo uma expansão sustentada dessa experiência.
O lançamento de Moça® Doceria faz parte da expansão da marca que já conta com o quiosque Cake Point by Moça localizado no primeiro piso do Shopping Metrô Santa Cruz.
Como o e-commerce vai operar
O e-commerce de Moça® vai usar a plataforma de Vem de Bolo, que já está consolidada e em operação há quase dois anos. Vem de Bolo, um modelo de negócios criado pelo time de Inovação da Nestlé, é um marketplace que conecta boleiros aos consumidores e é a primeira startup da companhia.
“Como o e-commerce de Moça® optou por usar a estrutura de Vem de Bolo, será possível escalar o negócio mais rapidamente. A startup também será responsável pelas operações de fechamento dos pedidos, pagamento e entregas do novo e-commerce”, explica Bruno Oliveira, head de Inovação e Novos Modelos de Negócios da Nestlé.
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








