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Mercado Pago estreia reality show de finanças na Record TV
Para levar educação financeira ao grande público, o Mercado Pago, a maior fintech da América Latina, lança o reality show Gincana da Grana.
Transmitido pela Record TV e estrelado pela apresentadora Sabrina Sato e por Nath Finanças, influenciadora especialista em finanças, o programa irá levar diversão e educação financeira para as noites de sábado, ensinando os brasileiros a lidar melhor com o dinheiro e a conquistar a saúde financeira.
Uma pesquisa recente, realizada pelo Mercado Pago e pela consultoria Trendsity, aponta que 80% dos brasileiros desejam ter mais informações sobre serviços financeiros digitais e 60% têm interesse em poupar e investir. Por outro lado, 15% deles não consultam e nem se informam antes de utilizar ou consumir produtos e serviços financeiros.
Nesse contexto, o Mercado Pago criou junto com a GUT São Paulo, agência global independente, o Gincana da Grana, que terá a participação de Richarlyson, Adriana Bombom, Laura Keller e Matheus Negão da BL.
O quarteto participará de provas, comandadas por Sabrina e Nath, que vão testar os seus conhecimentos sobre gestão das finanças pessoais. A produção é assinada pela Endemol Shine Brasil.
“Nos apoiamos no formato de game show e em uma linguagem popular para engajar o grande público, criando desafios que remetem aos obstáculos que os brasileiros enfrentam para manter o controle do seu dinheiro. E para ensinar finanças de forma fácil, nada melhor do que Sabrina Sato e Nath Finanças para garantir aprendizado e diversão para um tema que muitas vezes não faz parte do cotidiano e das conversas dos brasileiros”, explica Iuri Maia head de Branding do Mercado Pago.
O programa é parte de uma série de iniciativas de educação financeira da fintech, que aproximam o tema gestão financeira do dia a dia do brasileiro.
“A Record está muito confiante em ser a plataforma escolhida para veicular este conteúdo inovador: a Gincana da Grana Mercado Pago. Essa é a mais uma evidência do quanto estamos disponíveis para cocriar com nosso cliente, equipes e elenco novas ideias e experiências junto com nossos parceiros e clientes para ajudar as marcas a conversarem com quase 200 milhões de pessoas através de nossas telas”, completa o vice-presidente comercial, marketing e multiplataforma do Grupo Record, Walter Zagari.
Dinâmica do Gincana da Grana
Serão cinco episódios, cada um com um assunto relacionado ao tema: foco, disciplina e determinação para conquistar uma boa saúde financeira; como analisar propostas de crédito para não cair em ciladas, além de segurança e como as fintechs podem auxiliar com produtos e serviços financeiros e uso de novos meios de pagamento, como o Pix.
A cada programa, os participantes terão desafios diversos a enfrentar. A cada novo desafio, quem vence sobe em um ranking de pontuação.
Os participantes serão premiados, com valores entre 8 mil a 2 mil, de acordo com a colocação. E para a grande final, este ranking será zerado e a complexidade do desafio, elevada. Quem vencer leva sozinho R$ 50 mil para dar mais fôlego para suas finanças.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








