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Mega empresário do setor educacional é novo mentor do Batalha das Startups

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Janguiê Diniz, empreendedor que figurou na lista de bilionários da Forbes, mestre e doutor em Direito e fundador do grupo Ser Educacional, maior do Norte e Nordeste e um dos maiores do país, é o novo mentor do reality show Batalha das Startups, exibido às 23h45, na Record News, no programa Inova360.

O empresário será mentor de startups da categoria Edutech, que desenvolvem produtos e serviços baseados em tecnologia e focados em solucionar problemas na área educacional.
Diniz se une a um time de renomados empreendedores que estão auxiliando as startups participantes a se classificarem para a segunda etapa da disputa, que começa em janeiro, com prêmios de até R$ 9 milhões em aceleração e mídia.

Além da categoria de Edutech, participam da disputa FinTechs, HeathTechs, FemTechs, BlockTechs, AgroTechs e SportsTechs. As inscrições para as startups ainda estão abertas e podem ser feitas nesse link https://batalhadasstartups.com/inscreva-sua-startup/.

Diniz, que tem 24 livros publicados, entre eles sua autobiografia, intitulada “Transformando sonhos em realidade – a trajetória do ex-engraxate que chegou à lista da Forbes”, nasceu no distrito de Santana dos Garrotes, na Paraíba, e aos seis anos deixou o Sertão paraibano com a família, seguindo para o município de Naviraí, no Mato Grosso do Sul. Aos oito anos, montou seu primeiro “empreendimento”: uma caixa de engraxate. Pouco depois, trocou a graxa nos sapatos pela venda de laranjas, depois de picolés de porta em porta.

“Apenas por meio da educação o Brasil dará um salto em desenvolvimento”, afirma o empresário. Com uma trajetória de vida baseada na educação, ele criou, no Recife, a Faculdade Maurício de Nassau, hoje UNINASSAU, mantida pelo grupo Ser Educacional. O Grupo é um dos maiores do Brasil, atendendo mais de 190 mil alunos em mais de 60 unidades. Inclui as marcas UNINASSAU, UNINABUCO, UNAMA, UNG, UNIVERITAS e UNINORTE.

Mais recentemente, junto com mais 33 grandes empreendedores nacionais, lançou o Instituto Êxito (www.institutoexito.com.br) de empreendedorismo, que atua levando educação empreendedora a jovens brasileiros. Hoje já são mais de 450 sócios que compactuam do propósito de fazer do empreendedorismo a turbina para alavancar vidas e histórias.

“O universo das startups tem se tornado atraente para grandes empresas e investidores como Janguiê, que estão atentos e interessados em investir em startups”, afirma Reginaldo Pereira, apresentador do Batalha das Startups.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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