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MCM Brand Experience e Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+ realizam o projeto 101010

Lançado em março de 2021, o Projeto 101010 traz presidentes das empresas signatárias do Fórum de Empresas e Direitos LBGTI+ falando sobre cada um dos dez compromissos de respeito e promoção dos direitos desta comunidade, dentro e fora do ambiente empresarial. São 10 presidentes falando, a cada mês, de um dos 10 compromissos, por cerca de 10 minutos, exibido pelo canal do Youtube do Fórum.
A visão dos presidentes das empresas signatárias enriquece o entendimento sobre os compromissos assumidos, mostra práticas de algumas delas e serve de referência para lideranças empresariais agirem em favor dos direitos humanos de pessoas LGBTI+ na gestão.
A MCM Brand Experience, agência de comunicação integrada e marketing, signatária do Fórum desde 2017, conta culturalmente com compromissos em prol da promoção dos direitos LGBTI+ desde sua fundação. Possui o selo Lado B, uma certificação que atesta os compromissos como agência por meio de melhores práticas e assegura ao cliente suas escolhas a favor da diversidade, inclusão e sustentabilidade, nas estratégias de comunicação, live marketing e eventos.
Neste ano, a agência dá continuidade na parceria junto com o Fórum LGBTI+ para o desenvolvimento da segunda edição do Projeto 101010 e ficará responsável por coordenar as atividades operacionais do evento. Nesse sentido, a MCM Brand Experience também terá a missão de organizar o roteiro, para que o tempo seja aproveitado da melhor maneira e com qualidade de transmissão.
A proposta para 2022 é continuar valorizando o que as empresas signatárias estão fazendo e pensando, de modo a trazer mais didática na aplicação de cada compromisso, tendo em vista orientar a gestão inclusiva em um plano de ação guiado por indicativos de ação e indicadores de profundidade, dentro de cada compromisso.
“É papel do Fórum produzir referências para que o meio empresarial realize práticas consistentes na promoção dos direitos humanos LGBTI+ e impactos positivos na sociedade. Há alguns anos, eram poucas as empresas que, mesmo consistentes em seus programas de diversidade, expunham publicamente suas jornadas. Consideramos uma boa evolução de gestão quando temos a alta liderança como ponto primordial no protagonismo de uma empresa frente ao respeito e a promoção dos direitos humanos, transformando o ambiente empresarial”, diz Reinaldo Bulgarelli, Secretário Executivo do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+.
“Nosso desejo é que esse movimento seja adotado por cada vez mais empresas e que essas discussões possam gerar ações mais efetivas dentro das companhias. A MCM acredita que o primeiro passo é implementar uma pauta com esses temas periodicamente dentro das empresas para promover a consciência entre todos os colaboradores e assim evoluírem para um plano de ação efetivo, premissa constante de todos os compromissos do Fórum”, conclui Mônica Schimenes, CEO e fundadora da MCM Brand Experience.
Eventos
UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.
A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.
A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.
A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.
“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.
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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.








