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McDonald’s substitui bandejas de plástico por versão mais sustentável

A Arcos Dorados avançou em seu compromisso de impactar positivamente o meio ambiente. A empresa anunciou a substituição das bandejas de plástico utilizadas pelos clientes por uma versão mais sustentável.
A ação, faz parte de um programa de redução de plásticos iniciada em 2018 pelo McDonald’s. Nesse meio tempo, cerca de 1.300 toneladas de plástico de uso único foram retiradas dos restaurantes. A estratégia da empresa, é garantir que o material eliminado jamais retorne e que o impacto ambiental seja realmente efetivo.
As novas bandejas representam o primeiro passo da parceria entre a Arcos Dorados e a UBQ, empresa israelense voltada para a conversão de resíduos domiciliares em termoplásticos. Nesta primeira fase, 7.200 bandejas sustentáveis foram distribuídas em 30 McDonald’s localizados em 20 capitais brasileiras. A iniciativa será estendida gradualmente para as demais unidades do país e, para isso, já estão em produção 11 mil unidades adicionais. Com o uso de UBQ na fabricação das bandejas, mais de 1.200kg de resíduos já deixaram de ir para aterros.
As novas bandejas são produzidas pela empresa brasileira Semaza, que possui em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo. As bandejas antigas retiradas dos restaurantes, serão destinadas para projetos da própria Arcos Dorados.
A iniciativa utiliza o processo inovador desenvolvido pela UBQ, que usa o resíduo orgânico como parte essencial na produção de um termoplástico mais favorável ao meio ambiente. Neste procedimento, os resíduos são divididos em seus componentes naturais básicos, para o desenvolvimento de uma matéria-prima compatível com os padrões de fabricação da indústria.
“Somos uma companhia totalmente comprometida com o meio ambiente e estamos fazendo tudo o que é possível para reduzir o impacto de nossa operação, dentro de nossa plataforma Receita do Futuro. A parceria com a UBQ é mais um passo para trazer cada vez mais soluções inovadoras para melhorar o mundo em nossa volta e estamos orgulhosos em dar esse primeiro passo, apoiando uma tecnologia que irá mudar a forma como a sociedade recicla seu lixo orgânico”, afirma Gabriel Serber, Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Impacto Social da Arcos Dorados.
Impacto ambiental em números
A produção de material UBQ, também contribui para a redução de emissão de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Ao reciclar uma tonelada, por exemplo, se evitam aproximadamente 15 toneladas de dióxido de carbono no meio ambiente. A estimativa é de que a produção das primeiras 18 mil bandejas do projeto represente uma redução de aproximadamente 3.713kg de dióxido de carbono.
Segundo a Quantis, líder global em avaliações de impacto ambiental, a matéria-prima criada pela empresa é considerada o termoplástico mais favorável ao meio ambiente disponível. Tendo em vista que, ele pode compensar a pegada de carbono de um produto. De acordo com Albert Douer, presidente executivo da UBQ Materials:
“UBQ™ tem o potencial de revolucionar a forma como vemos os resíduos, transformando-os em um recurso valioso para a manufatura. O mercado em geral está exigindo soluções sustentáveis e a indústria de alimentação rápida não é exceção. O UBQ permite que os fabricantes criem produtos que impactam positivamente o nosso mundo, sem comprometer a lucratividade. É uma solução tão simples quanto sua implementação”.
Compromisso com o desenvolvimento sustentável
A implementação de bandejas produzidas com material UBQ, pertence a uma série de iniciativas da Arcos Dorados com foco na redução e uso consciente do plástico. Dentre estas iniciativas, estão por exemplo, a substituição das embalagens de alguns produtos e a suspensão da entrega proativa de canudos em seus restaurantes. Que já evitaram o consumo de cerca de 200 toneladas de plástico descartável em um ano.
Para conhecer as iniciativas e compromissos socioambientais da Arcos Dorados, visite o site https://www.receitadofuturo.com.br.
Juntamente com as ações regionais, a empresa está comprometida a cumprir as metas globais do McDonald’s para reduzir as emissões de gases de efeito estufa de seus restaurantes e escritórios em 36% até 2030. Além disso, mais 31% em toda sua cadeia de suprimentos no mesmo período. No total, 11 milhões de toneladas de CO2 não chegarão mais à atmosfera, o que equivale a plantar 3 bilhões de árvores ou retirar 25 milhões de carros das ruas.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







