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Mattel e Disney anunciam acordo de licenciamento global para Princesas da Disney e Frozen

A Mattel, Inc. anunciou um acordo de licenciamento global para as franquias das Princesas da Disney e Frozen. A fabricante de brinquedos terá o direito de desenvolver linhas de brinquedos para a Disney Consumer Products, Games and Publishing, incluindo bonecas de diversos tamanhos. A coleção será lançada em breve e chegará aos varejistas parceiros no início de 2023.
“Estamos incrivelmente orgulhosos de receber de volta as linhas Princesas Disney e Frozen na Mattel”, disse Richard Dickson, presidente e COOs da Mattel, Inc. “Como líderes mundiais na fabricação de bonecas, estamos ansiosos para aplicar a abordagem exclusiva da Mattel Playbook no gerenciamento e experiência de marca e produtos, com atenção aos detalhes e qualidade para criar linhas inovadoras e inspiradoras para essas histórias e personagens icônicos.”
O novo acordo de licenciamento se baseia no contrato existente entre a Mattel, Inc. e a Disney para as franquias Toy Story e Carros, da Pixar Animation Studio, e no recentemente anunciado acordo global de licenciamento para Lightyear, filme que chega aos cinemas em junho.
“A coragem e a compaixão encontradas nas histórias e personagens das Princesas Disney e Frozen continuam a inspirar fãs em todo o mundo”, disse Stephanie Young, presidente da Disney Consumer Products, Games and Publishing. “Ao aprofundar nosso relacionamento de longa data com a Mattel, esperamos expandir os mundos das Princesas Disney e Frozen, introduzindo uma nova era inovadora para essas amadas franquias, por meio de produtos cativantes e oportunidades de brincadeira”.
Através do acordo, a Mattel, Inc. desenvolverá bonecas baseadas nas Princesas Disney, incluindo Aladdin, A Bela e a Fera, Valente, Cinderela, A Pequena Sereia, Mulan, Pocahontas, A Princesa e o Sapo, A Bela Adormecida, Branca de Neve e os Sete Anões, Enrolados, Frozen, A Pequena Sereia Live Action, Moana D+ Series, Tiana D+ Series, Aladdin Live Action, Beauty and the Beast Live Action, Cinderella Live Action e Mulan Live Action.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







