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Marcello Droopy é o novo CCO da Cheil Brasil/Latam

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A Cheil Brasil anuncia Marcello Droopy como novo Chief Creative Officer da Cheil Brasil e de seis subsidiárias de países Latinos. O executivo, que irá se reportar diretamente para o CCO Global da Cheil, Malcolm Poynton, chega com a missão de trazer um olhar ainda mais aprofundado para o digital, evoluindo o trabalho de consumer centric que a agência exerce a partir de suas entregas de experiência de consumidor única, fruto da dos serviços one stop shop oferecidos.

As experiências profissionais de Droopy voltadas para o desenvolvimento de marcas na transformação digital, negócios disruptivos e aceleração do trabalho integrado serão fundamentais para os objetivos de desenvolvimento da Cheil. O executivo irá participar do Board que lidera a agência, juntamente com Tatiana Pacheco (Managing Director), Paula Queiroz (Head de Planejamento) e Ji Hyun Kim (Managing Director da área de Retail ).

Droopy atua há 25 anos como profissional de criação, sendo 19 na Talent Marcel onde reuniu diferentes competências, como a liderança de unidades de negócios, contribuindo diretamente no crescimento de marcas. Entre os anunciantes que já atendeu em sua carreira destacam-se MAPFRE Seguros, Oreo, Claro, Embratel, Ford, Unilever, Santander, Kaiser, Itubaína, Posto Ipiranga, Consul, Ovomaltine, Renault, Walmart, Batavo, Brastemp e Tilibra.

“A chegada de Droopy na Cheil promove uma evolução do trabalho que estamos exercendo a partir de nossas competências de comunicação 360º, de maneira integrada e colocando o digital como centro do negócio. Droopy será responsável por todas as áreas de criação da agência inclusive, pela Cheil Gaming, que tem entregado grandes projetos fortalecendo a presença de marcas no ecossistema de games e e-sports. Um mercado que não para de crescer e que vamos apostar cada vez mais.”, explica Tatiana Pacheco, Managing Director da Cheil Brasil.

“Estou muito feliz com este novo momento da minha carreira. A Cheil é uma agência multidisciplinar e a única capaz de entregar uma experiência completa para os clientes, a partir de suas áreas de Tecnologia integradas com todo leque de serviços. É uma grande oportunidade de atuar com diferentes países da América Latina, dando continuidade no excelente trabalho criativo, focado em dados e na expansão digital”, afirma o novo CCO.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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