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Mais da metade dos consumidores percebe ações de sustentabilidade das marcas como enganosas, mostra novo relatório da Kantar

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O Índice do Setor de Sustentabilidade 2023, estudo da Kantar que revela as atitudes dos consumidores em relação à sustentabilidade, mostra que as questões relacionadas ao tema se tornaram prioridade para o público. Entretanto, ainda existe espaço para as marcas trabalharem oportunidades e se adaptarem a essa nova realidade. De acordo com o relatório, as preocupações ligadas ao greenwashing – ato de divulgação falsa sobre sustentabilidade – são altas e abrangem diversos segmentos de mercado.

Segundo o estudo global, mais da metade dos entrevistados acredita que marcas de todas as áreas não estão sendo honestas ao divulgarem suas ações de sustentabilidade. Os participantes afirmam que os setores de social media (60%), carne e produtos à base de carne (58%) e roupas e calçados (57%) são os que mais espalham informações incorretas ou não críveis sobre o assunto. 

Na percepção dos brasileiros, as áreas que mais se destacam negativamente são carne e produtos à base de carne (65%), skin care (65%), e fast food e restaurantes (65%).

Por outro lado, na visão global, os segmentos de comida para animais de estimação (42%), produtos de higiene para bebês (46%) e cerveja, vinho e outras bebidas alcoólicas (46%) são percebidos como os que têm maior credibilidade nas ações de sustentabilidade que comunicam aos consumidores. Enquanto no Brasil se destacam os segmentos de veículos híbridos e elétricos (43%), produtos de higiene para bebê (46%) e comida para animais de estimação (46%). 

Contudo, mesmo no que diz respeito a esses segmentos, cinco em cada 10 entrevistados acreditam que as empresas divulgam materiais falsos ou imprecisos sobre desenvolvimento sustentável.

Ainda de acordo com o levantamento, quanto mais os consumidores buscam novas soluções sustentáveis, mais encontram situações de greenwash. Com isso, 50% das pessoas diminuem o consumo ou deixam de comprar os produtos e serviços de negócios que podem impactar negativamente o meio ambiente ou a sociedade. Em contrapartida, as marcas que trabalham ativamente em atividades de sustentabilidade ou estão abertas à mudança são buscadas por 63% dos entrevistados.

No Brasil, 56% dos consumidores pararam de adquirir produtos e serviços de empresas que não investem em sustentabilidade ou impactam o planeta. 77% dos entrevistados brasileiros ainda acreditam que os negócios têm a responsabilidade de tornar a sociedade mais justa, e 67% defendem que as marcas devem se responsabilizar e resolver os problemas climáticos e sociais.

Além disso, aqueles que são mais afetados pelas questões ambientais sentem mais o descaso e as mentiras das empresas. Isso gera um abalo na confiança dos clientes com as marcas. De acordo com o Índice do Setor de Sustentabilidade 2023, é essencial que as instituições sejam honestas em suas campanhas e mudanças, para gerar mais credibilidade e promover integridade, inclusão e identificação.

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Apro+Som fortalece atuação em direitos autorais, internacionalização e regulamentação da produção sonora nacional

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O setor audiovisual brasileiro vivencia um paradoxo histórico: embora o som represente metade da experiência de qualquer obra, sua produção ainda busca equivalência institucional, econômica e criativa em relação à imagem. Para transformar o reconhecimento do áudio em novas oportunidades de negócios, remuneração e projeção internacional, a Associação Brasileira das Produtoras de Som (Apro+Som), sob a liderança de sua presidente Bia Ambrogi, tem intensificado sua agenda de ações e articulações institucionais.

À frente da entidade desde 2022, Ambrogi vem liderando diálogos estratégicos com o poder público e entidades do setor. Uma das frentes prioritárias é a viabilização da arrecadação de direitos autorais e patrimoniais pela execução pública de obras sonoras na publicidade. A partir de conversas com a Secretaria de Direito Autoral e Intelectual, a entidade identificou a inexistência de impedimentos legais para essa cobrança, iniciando a estruturação do modelo junto às entidades de gestão coletiva.

“A possibilidade de arrecadação pode criar uma nova fonte de remuneração para autores e profissionais envolvidos na produção sonora e, ao mesmo tempo, reforçar o reconhecimento do valor econômico do áudio dentro da cadeia audiovisual. Durante muito tempo, ele foi tratado como complemento da imagem, quando, na verdade, são duas linguagens que se unen para formar uma obra. Nosso trabalho é fazer o mercado reconhecer, valorizar e remunerar essa metade”, afirma Bia Ambrogi.

No âmbito internacional, a associação estrutura a iniciativa Áudio Brasil, voltada à exportação da produção sonora nacional em parceria com ApexBrasil e Sebrae. A entidade também integra o movimento Brasil para o Mundo (BPOM), do qual Ambrogi é cofundadora, com foco na geração de negócios e contratos internacionais para a economia criativa. No ambiente de premiações globais, a presidente destaca como avanço a inclusão, na edição de 2026 do festival El Ojo de Iberoamérica, da categoria dedicada à melhor produtora de áudio e som da região.

A atuação abrange ainda frentes legislativas no Congresso Nacional. A Apro+Som acompanha o Projeto de Lei 1.776/2025, conhecido como “Pague em 15”, que propõe o teto de 15 dias corridos para pagamentos de contratos de até R$ 200 mil no setor criativo, e participa ativamente da Frente IA Responsável nos debates sobre o Projeto de Lei 2.338/2023, defendendo a transparência, o consentimento e a remuneração pelo uso de obras no treinamento de ferramentas de inteligência artificial.

Para os próximos anos, o plano de trabalho da entidade prevê a criação de uma base de dados consolidada da produção sonora brasileira, a implementação de guias de boas práticas e a realização do primeiro Fórum de Produção Sonora.

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Bradesco estreia patrocínio no SP Open 2026 com espaço de relacionamento e ativações interativas

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O Bradesco faz sua estreia como patrocinador do SP Open 2026 e apresenta ao público uma série de ações interativas em sua estrutura dedicada no evento. Durante o torneio, que ocorre entre os dias 12 e 20 de setembro no Parque Villa-Lobos, em São Paulo, o banco disponibiliza um espaço voltado a ativações, relacionamento e convivência com os torcedores e visitantes.

Entre as atrações preparadas pela instituição financeira está o Match Point, um desafio de precisão no qual os participantes utilizam raquetes e bolas para atingir alvos em um tempo pré-determinado. Ao término da dinâmica, os praticantes recebem brindes temáticos, como chaveiros e acessórios para equipamentos de tênis. A estrutura do espaço foi planejada para atender aproximadamente 300 pessoas por dia.

A programação inclui também o Plinko “A bola da vez”. Na atividade, o público solta uma bola de tênis em um painel vertical e conquista brindes ou benefícios imediatos a depender do compartimento em que o objeto afunda. Para os clientes da categoria Bradesco Principal, o jogo conta com uma regra diferenciada que concede duas tentativas por participante.

O local dispõe ainda de um lounge projetado para funcionar como ponto de descanso e convivência. O ambiente foi equipado com assentos e pontos de energia para o carregamento de dispositivos móveis durante o período de realização dos jogos.

A entrada no SP Open marca a ampliação da presença do banco no segmento esportivo, integrando uma estratégia focada na criação de pontos de contato e experiências com os espectadores para além das partidas em quadra.

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