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Maior ídolo brasileiro, trajetória de Ayrton Senna é inspiração para novos pilotos

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Ayrton Senna da Silva é o maior ídolo brasileiro do automobilismo. Filho de Milton e Neide, Senna nasceu em São Paulo, no dia 21 de março de 1960, e morreu em 1º de maio de 1994, após colidir com a mureta de proteção no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola.

A carreira de Senna no automobilismo começou no kart. Aos quatro anos, Ayrton ganhou o seu primeiro kart, construído pelo Senhor Milton, usando o motor de um cortador de grama. Com sete anos de idade, o pequeno Senna passou a dirigir um kart profissional, mas ainda sem participar de competições. Um momento especial foi sua primeira volta em um circuito de kart aos 11 anos, pilotando na chuva. Um ano depois, já curioso para conhecer as funcionalidades do veículo, Senna desmontou seu kart para descobrir a função de cada peça e descobrir como poderia ser mais rápido.

Aos 13 anos, em 1973, Senna participou da sua primeira corrida de kart, em um circuito na cidade de Campinas. Apesar de ser mais novo que os outros pilotos, ele liderou parte da corrida e chamou a atenção dos espectadores.

O primeiro título de Senna foi no Campeonato Paulista de Kart, em 1974. Com o inegável talento, o piloto foi tricampeão brasileiro e campeão sulamericano de Kart.

Ayrton Senna continuou sua carreira no automobilismo subindo de categorias, todas com conquistas e deixando sua marca. Na Fórmula Ford, o piloto venceu diversas corridas e teve um desempenho tão surpreendente que Ralph Firman, chefe da equipe Van Diemen Racing, a que Senna competia, afirmou que ele seria um dia campeão mundial de Fórmula 1.

Fórmula 1

Ayrton Senna fez sua estreia na Fórmula 1 em 25 de março de 1984, no Grande Prêmio do Brasil. O piloto queria fazer uma grande estreia em seu país, mas teve que abandonar a corrida na oitava volta por uma falha no motor. Em sua segunda corrida, na África do Sul, Senna chegou em sexto e marcou seu primeiro ponto na F1. Em sua primeira temporada na Fórmula 1, Senna ficou na nona posição, com 13 pontos. Foram 614 pontos na Fórmula 1.

Em seu segundo ano veio sua primeira vitória, conquistada no Grande Prêmio de Portugal, em 21 de abril de 1985. Ayrton Senna se consagrou como um dos maiores nomes do automobilismo mundial e se tornou herói nacional no Brasil, exibindo orgulhoso a bandeira brasileira em suas conquistas.

Morte de Senna

Ayrton Senna morreu no dia 1º de maio de 1994, após chocar-se com a mureta de proteção no circuito de Ímola, em San Marino.

Na fatídica corrida, Senna liderava com Schumacher logo atrás. Na sexta volta, uma quebra na barra de direção fez o piloto perder o controle do carro quando passava pela curva Tamburelloe, se chocando com uma mureta de proteção a quase 300 km/h. Com a força da batida, uma das rodas atingiu o capacete do piloto. O piloto foi levado para o hospital de helicóptero, mas não resistiu aos ferimentos.

Legado de Senna

Ayrton Senna está eternizado na história esportiva mundial e inspira a nova geração de pilotos. Como exemplo, Pierre Gasly, que replicou a clássica pintura do capacete de Senna quando disputou o GP da Emilia-Romagna, em 1o de novembro.

Em suas redes sociais, Gasly exibiu orgulhoso o capacete: “Tributo ao Ayrton nesse fim de semana. Relembrando um dos meu ídolos com esse capacete especial. Lendas jamais serão esquecidas!”, escreveu em suas redes sociais.

Outros pilotos e equipes registraram fotografias na estátua que foi erguida em tributo ao piloto, próxima ao local do acidente. A Williams, escuderia que Ayrton corria na época, McLaren, Ferrari, Mercedes e AlphaTauri publicaram homenagens especiais nas redes sociais.

No entanto, o maior legado de Senna é o Instituto Ayrton Senna, organização sem fins lucrativos que beneficia mais de 1,5 milhão de crianças por meio de projetos educacionais.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

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A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.

A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.

Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.

Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.

Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.

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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

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Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.

A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.

Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.

Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.

O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.

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