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Luccas Neto lança primeiro jogo oficial dos Aventureiros para celular

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Os fãs de Luccas Neto, o maior criador de conteúdo infantil da atualidade, agora vão poder se divertir com seus personagens no primeiro jogo oficial do ator para celular: o Aventureiros Run – a Máquina do Dr. MauMau, desenvolvido pelo Black River Studio, do Sidia Instituto de Ciência e Tecnologia. O lançamento foi no dia 11 de maio.

No jogo, o personagem Luccas descobre que o Dr. MauMau criou monstros que serão espalhados por toda a Netoland. Ele convida Gi para que, juntos, transformem-se nos heróis Aventureiro Azul, com o poder da Coragem; e na Aventureira Vermelha com o superpoder do Amor para salvar a terra dos inimigos. As batalhas com os monstros são desenvolvidas em três mundos, cada um deles com 12 fases: o Reino da Alegria; a Cidade dos Brinquedos e a Floresta do Perigo. Os jogadores têm de controlar o personagem com movimentos de pular, agachar, desviar e atacar, além de outras ações especiais disponíveis. O objetivo é completar as missões em cada fase e receber moedas. Há também fases de Desafios, com maior nível de dificuldade.

O jogo, desenvolvido no estilo das famosas corridas infinitas, é voltado para crianças da faixa etária de 4 a 8 anos e está disponível nas lojas de aplicativos Android e iOS no valor de R$ 14,90. Segundo Luccas, “o jogo está muito divertido e é super atrativo para crianças e para adultos também. Além disso, ele ajuda no desenvolvimento da percepção e dos movimentos dos jogadores. Amo jogos nesse formato endless runner e poder aliar isso ao universo dos Aventureiros é mais um sonho se concretizando”.

“Estamos muito contentes com esta parceria com o Luccas Neto pela oportunidade de desenvolver um entretenimento para crianças em um momento em que vivemos a realidade de uma pandemia”, explica o Business Developer do Sidia, Ronaldo Mussa. Ele ressalta que o estilo endless runner, desenvolve habilidades visomotoras das crianças, a capacidade de concentração além de permitir o contato com conceitos da matemática como a conquista de moedas e derrota de monstros.

Sobre o Luccas Neto

Natural do Rio de Janeiro, o empreendedor, ator, produtor e roteirista Luccas Neto é o maior fenômeno do universo infantil na atualidade no país e é top of mind quando se trata de produção de conteúdo intrinsicamente ligado a entretenimento e mensagens socioeducativas para crianças.

Em 2018, criou a Luccas Neto Studios, que atua em diferentes vertentes, como: tecnologia (com a criação de aplicativos e jogos); filmes (longa metragens para serviços on demand como Claro Now, Netflix, cinema, TV e outras grandes plataformas); YouTube (com a criação de conteúdo para canais, como o Em Libras); editorial (livros em parceria com a editora Ediouro), música, licenciamento de produtos e shows, gerando mais de 150 empregos de forma direta e indireta.

Todo o conteúdo produzido é 100% autoral, com a curadoria de uma equipe multidisciplinar, formada por pedagogos e educadores, a fim de passar mensagens positivas, ensinamentos, responsabilidade e sonhos para as crianças.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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