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L’Occitane au Brésil propõe “soltar a cabeleira” e ser naturalmente livre com sua linha para cuidados dos cabelos

A L’Occitane au Brésil, marca franco-brasileira do Grupo L’OCCITANE, acaba de anunciar a campanha #SoltaEssaCabeleira para comunicar a Linha Cabeleira Brasileira. Até o dia 10 de outubro, a marca convida seus seguidores a soltar a cabeleira de forma inusitada e com muita brasilidade.
Com filme divertido, colorido e com ilustrações da artista Clarice Wenzel – inspiradas nas embalagens e em toda jovialidade dos produtos da marca – duas modelos espontâneas e com cabelos naturais, dançam e se divertem ao som de uma trilha criada especialmente para a campanha. Com o conceito “Você naturalmente livre”, a comunicação mostra que a rotina de cuidados dos cabelos pode ser mais leve quando se sente naturalmente livre, tornando o cabelo motivo de orgulho e liberdade para as brasileiras.
A marca acredita nessa liberdade, e por isso enaltece as formas naturais dos cabelos das brasileiras. Pensando nesse posicionamento, a L’Occitane au Brésil criou essa linha de produtos capilares com uma fórmula que contém mais de 85% de ingredientes naturais e de origem sustentável, além de serem livres de ingredientes de origem animal, e tudo isso em uma embalagem feita com plástico 100% reciclado.
A música utilizada pela marca foi criada pela agência de Sound e Music Branding Zanna, que de uma maneira leve e divertida reforça para as mulheres soltarem os seus cabelos. “A ideia era misturar os “brasiis” num contexto de marca internacional abrasileirada. Cabeleira mistura o Brega funk da quebrada nordestina, com voz e percussão de MPB. Essa mistura de música brasileira que o mundo gosta!” comenta Zanna, artista responsável pela letra e melodia da música da campanha.
O objetivo de #SoltaEssaCabeleira é reforçar o posicionamento da L’Occitane au Brésil dentro do universo de cuidados capilares em seu portfólio, enaltecendo a diversidade dos cabelos brasileiros, além dos benefícios específicos para os diferentes tipos de fios com os novos produtos da marca, que preza pela responsabilidade social e socioambiental com uma colheita sustentável. A linha Cabeleira possui duas sublinhas: a Cana-de-Açúcar, para cabelos naturalmente lisos e alisados, e a Maracujá, para cabelos cacheados.
“A campanha tem como grande objetivo se comunicar de forma jovem e descontraída, para reforçar que as mulheres estão aceitando seus fios naturais, sejam lisos ou cacheados. Isso reforça a procura por produtos que resolvam e que ajudem a retratar este resgate da beleza natural”, afirma André Abramo, Gerente de comunicação da L’Occitane au Brésil. “Em nosso DNA sempre buscamos fórmulas com grande naturalidade, para a linha Cabeleira Brasileira conseguimos entregar fórmulas com mais de 85% de naturalidade e que ainda assim entregam grandes benefícios por meio da natureza brasileira e seus ingredientes que tanto celebramos”.
#SoltaEssaCabeleira tem a assinatura da Integer\OutPromo. “Construímos uma estratégia que retrata a rotina das brasileiras de cuidados com o cabelo. A linha “Cabeleira” foi criada para atrair mulheres divertidas, jovens, que gostam de consumir produtos mais naturais ou que simplesmente têm um jeito mais leve de ver a vida. Essa campanha é um convite para que, acompanhadas de uma trilha super alto-astral, estas consumidoras aumentem o volume, soltem a cabeleira e sintam toda a liberdade em seus cabelos” conta Sully Siena, Diretora de Contas da Integer\OutPromo.
Ficha técnica
Título: #SoltaEssaCabeleira
Agência: Integer/OutPromo
Cliente: L’Occitane au Brésil
Marca: L’Occitane au Brésil
Managing Director: Ricardo Franken
Atendimento: Ana Luísa Périssé, Sully Siena, Mariê Borges, Giovana Zulian
CCO: Antônio Neto
VP de Criação: Danilo Vizagre
Direção de criação: Roberto Wolvie
Redação: Fernanda Pontes
Direção de Arte: Felipe Carbene, Gabriela Mesquita
CSO: Carlos Gajo
Planejamento: Fernanda Guimarães, Larissa Yamatoe
Mídia: Raphael Lima, Daiana Meireles, Thiago Endo
COO: Claudio Olimpio
Gerente de Produção: Michelle Samaritano
Produção executiva: Bianca Ferraresi
Fotografia: Gabriel Bertoncel
Film director: Cabelo – Thiago Jenne
Art Director: João Arpi
Hair & Make up: César Marquez
Stylist: Samara Manzano
Aprovação/cliente: Bruno Bettencourt, André Abramo, Giovana Barné
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








