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L’Occitane au Brésil apresenta “Delícias de Cuidados” para lançamentos da sua linha de Compotas Corporais

L’Occitane au Brésil, marca franco-brasileira do Grupo L’OCCITANE, apresenta lançamentos em sua linha de Compotas Corporais, inspirada nos doces de frutas em compotas brasileiros. E para comunicar a novidade, a marca coloca no ar “Delícias de Cuidados”, que traz Grazi Massafera e Ivi Mesquita apresentando receitas de beleza para o corpo com os novos itens da linha: Polpa Corporal Desodorante Hidratante Acerola, Deo Colônia Spray Perfumado Acerola e a Gelatina de Banho Sabonete Corporal Romã.
Todo brasileiro tem uma memória afetiva com doce de compota, uma vez que a variedade de frutas nacionais é infinitamente rica. E pensando em combinar sensorialidade, experiência e alegria em deliciosas fragrâncias, a linha de Compotas Corporais da L’Occitane au Brésil, uma queridinha dos consumidores no quesito hidratação, perfumação e ser presenteável, já possui as sublinhas de Romã, Coco e Jenipá, e agora ganham duas novas adições: Acerola e a inovadora Gelatina de Banho Sabonete Corporal Romã, trazendo ao público um cheirinho indescritível e texturas surpreendentes.
“A linha, que já é sucesso em nossas lojas, chega com novidades que nos ajudam a reforçar a proposta da marca em trazer, dentro e fora do banho, texturas inovadoras e que se destacam pela sua personalidade no mercado de beleza. Com a extensão de Compotas Corporais Acerola e a Gelatina de Banho Romã, desenvolvemos novos sensoriais com essas frutas tão brasileiras e que se encaixa perfeitamente para o verão. As novidades chegam para reforçar nosso pilar de marca, misturar a qualidade dos cosméticos franceses com ingredientes brasileiros, trazendo ainda mais opções para o momento de autocuidado” reforça André Abramo, Head de comunicação de marca da L’Occitane au Brésil.
Assinada pela Integer\OutPromo, a campanha estreou no dia 22 e acontece até 28 de março em todo o Brasil. O conceito “Delícias de cuidados” foi inspirado nas mesas de doces dos anos 50, simulando programas de TV antigos. Serão veiculados 3 filmes curtos de 40”, em que Grazi e Ivi, com um visual dos anos 50, interagem com os novos produtos mostrando que “não é pra comer, é pra sentir”. Confira aqui o filme da campanha.
Além dos filmes, a campanha contempla mídia online (YouTube, Google e Facebook), Out of Home em pontos de ônibus e se estende para o offline, com materiais de comunicação em todas as lojas da marca no país.
“A campanha busca fortalecer a sensorialidade das Compotas Corporais da marca, trazendo um apelo mais pin up, anos 50, que remete à lembrança de um doce caseiro. Pensamos, então, em um conceito que explorasse as texturas e novas fragrâncias por meio de um programete lúdico, com as embaixadoras querendo comer o produto e o locutor falando que não é pra comer, mas para sentir. A palavra “delícias” faz alusão ao paladar, traduzindo o conceito principalmente no digital, pois nem toda consumidora vai até a loja para comprar, e despertando essa vontade de consumir o produto como uma atitude aspiracional.”, explica Felipe Carbene, diretor de arte da Integer\OutPromo.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








