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LG apresenta série de vídeos sobre casa conectada

A LG Electronics do Brasil lançou uma série de vídeos para aproximar o consumidor da casa do futuro. Em cinco vídeos, a marca mostra, por meio da interação das pessoas com o aplicativo ThinQ e os produtos da empresa, como a conectividade faz diferença no dia a dia e como ela proporciona conforto e uma melhor qualidade de vida.
Com a assinatura “ThinQ. Sua casa conectada”, os cinco filmes da série serão veiculados uma vez por semana nas redes sociais da marca – LinkedIn, Instagram, Facebook, Twitter e YouTube, durante o mês de julho. Além disso, a empresa criou também uma landing page com informações sobre a linha de produtos ThinQ, com conteúdo sobre conectividade, inteligência artificial, casa conectada e outros.
Dentro de casa já é possível ter aparelhos inteligentes que proporcionem praticidade, conectividade e comodidade às pessoas. Com o objetivo de apresentar soluções inteligentes e inovadoras que facilitem o dia a dia dos consumidores, o portfólio da LG conta com geladeiras, celulares, televisores, notebooks, condicionadores de ar e uma gama de produtos que podem ser monitorados e controlados com mais eficiência por meio do aplicativo LG ThinQ.
Com o auxílio do app, o usuário pode verificar, por exemplo, se a TV ficou ligada, ajustar os controles do condicionador de ar para evitar o desperdício de energia, ou baixar ciclos especializados para a lavadora para minimizar o uso de água. Além disso, os produtos também podem ser integrados com assistentes pessoais, como Google Assistente e Alexa, para proporcionar ainda mais conveniência e facilidade no controle dos dispositivos por meio de comando de voz.
A casa conectada já não é mais uma teoria, é uma ficção que saiu do papel e tornou-se realidade. As soluções de conectividade oferecidas pela LG podem contribuir para que as pessoas tenham melhores experiências, principalmente neste momento em que nossas relações com nossas casas foram ressignificadas. O objetivo da empresa com a série de vídeos é mostrar para o consumidor que é possível ter em mãos mais facilidade, praticidade, conectividade, conforto e qualidade de vida para suas rotinas.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.









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