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Lean Agency desenvolve campanha para Betnacional com Galvão Bueno e Tino Marcos

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Com o recente processo de regulamentação das apostas esportivas no Brasil, a Betnacional, empresa do Grupo NSX, lançou uma nova campanha de jogo responsável que une nostalgia e conscientização. Resgatando o famoso bordão “Fala, Tino!”, eternizado entre Galvão Bueno e Tino Marcos, a ideia é reforçar a importância do comportamento responsável nas apostas.

Com a regulamentação das apostas esportivas, o mercado brasileiro vem crescendo rapidamente, atraindo novos apostadores a cada dia. Nesse cenário de expansão, a Betnacional reconhece a necessidade de promover um ambiente seguro e equilibrado, garantindo que o entretenimento não se torne um problema para os usuários. O vídeo de 30 segundos, que já está disponível nas principais emissoras de TV e plataformas de mídia, usa o humor e a familiaridade do público com a dupla icônica para transmitir uma mensagem de responsabilidade e diversão consciente.

A campanha, desenvolvida em parceria com a Lean Agency, ressalta o compromisso da Betnacional em oferecer uma experiência divertida e segura para seus usuários, mantendo o foco na conscientização e no jogo responsável.

“A regulamentação em si é algo sério e burocrático. Contudo, é importante que o consumidor entenda que a segurança passa por utilizar plataformas sérias com aval do Governo Federal. O trabalho da Lean foi o de informar para o maior número de pessoas a seriedade da Betnacional de uma forma diferente’’, afirmou Anselmo Albuquerque, CEO da Lean.

‘’Por isso, utilizamos o maior comunicador esportivo do Brasil, Galvão Bueno, com o seu fiel repórter de campo Tino Marcos para comunicar o compromisso da marca com o jogo seguro e responsável”, concluiu.

Como líder no mercado de apostas esportivas, a Betnacional continua investindo em iniciativas que valorizam a transparência e a segurança no setor, contribuindo para o desenvolvimento de um ambiente de apostas saudável. Anteriormente, a campanha contou com duas outras partes, uma delas com as campeãs olímpicas Ana Patrícia e Duda, do vôlei de praia, e a judoca Beatriz Souza.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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