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Lead Force anuncia novo posicionamento ao mercado

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O mercado automotivo vem, nos últimos anos, passando por profundas transformações. Segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a expectativa do setor para 2022 é de crescer 9,4% na produção de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus em relação ao ano anterior. Já quanto aos licenciamentos, é esperada uma alta de 8,5%.
E em um mercado extremamente competitivo, sairão na frente as concessionárias que fortalecerem sua presença digital. É necessário, cada vez mais, haver um processo de digitalização das campanhas, como também um melhor cuidado com os leads, principalmente em relação ao ROI (Retorno sobre Investimento) e o entendimento do aproveitamento do investimento em Marketing na concessionária. A DMC é a única solução do mercado que indica o ROI de Marketing aos Dealers, baseado nos números dos DMSs.
Pensando nessas inovações e na necessidade de adequação urgente que a Lead Force – empresa de marketing digital automotivo que provê soluções digitais para que concessionárias vendam muito mais – anuncia um novo posicionamento estratégico, voltado à inteligência de mercado e dados.

Presente em todos os estados do Brasil, a empresa é líder no setor, atendendo 1050 lojas, mais de 215 grupos de concessionárias de 27 marcas entre carros, motos, caminhões e ônibus. E já está em implantação em outros países.
Nova plataforma DMC
Em 2022 a Lead Force vai ampliar, ainda mais, o oferecimento de inovações tecnológicas e anuncia o lançamento da Dealer Marketing Center (DMC), uma nova plataforma unificada de gestão de marketing, além de novas homologações de montadoras.
A DMC concentra todas as informações necessárias para a gestão e operação de marketing em uma concessionária, provendo inteligência e dados em tempo real para os decisores. “Agora é muito mais fácil extrair informações essenciais para o negócio. A ferramenta disponibiliza análises tanto qualitativas quanto quantitativas, inclusive com comparativos dos meses anteriores”, conta o diretor comercial da Lead Force, Isac Campos.

Um dos focos da ferramenta é centralizar toda a estratégia digital do concessionário. Os leads vindos de canais como redes sociais, site, montadoras e call tracking, entre outros, passam pela DMC e o sistema os envia para o DMS ou CRM utilizados pela loja.

“A DMC irá revelar o caminho que a estratégia digital do dealer está seguindo e, a partir disso, sugerir novas estratégias com foco em menor investimento, mais geração e conversão de leads”, projeta Isac.

Além de receber os leads, a DMC está integrada às contas do Google Ads, Facebook, Instagram, CMS ou site do próprio concessionário, facilitando a análise dos dados para tomada de decisão. A conexão também permite a interação com as redes sociais, inclusive possibilitando a publicação de posts e interações com os clientes.

Os gráficos são outro ponto alto da nova plataforma. Além de mostrarem o desempenho visualmente, todos os dados são analisados, inclusive com um recurso de descrição comparativo. Muito mais inteligência, usabilidade e rapidez para os usuários de negócios.

Com visual mais clean e moderno, a performance é até 50 vezes mais rápida que a versão anterior, graças principalmente à melhor responsividade e a criação e integração de novas APIs. O que, na prática, se reflete em uma maior agilidade na realização de campanhas que possam atrair e fidelizar ainda mais clientes. E todas essas novidades acabam melhorando também a experiência do usuário (UX). Por meio de APIs é possível integrar-se com os principais CRMs e ERPs do mercado.

“Após mais de um ano de esforços e o envolvimento de um time de doze desenvolvedores, nosso maior objetivo é trazer para o cliente inteligência a partir de uma visão mais estratégica de todas as ações realizadas por cada loja. Ter acesso a dados e análises é fundamental para as empresas que desejam crescer e se diferenciar dos concorrentes”, explica Campos.

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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