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Larissa Manoela apresenta a Lari Cel, sua operadora de telefonia oficial

A atriz, cantora e escritora Larissa Manoela expande seu portfólio de produtos licenciados e anuncia a criação da Lari Cel, sua operadora de telefonia oficial, criada em parceria com a Dry Company, empresa especialidaza no licenciamento de marcas para MVNOs. Desenvolvida pela RREC, ecossistema de criatividade, produção de vídeo e entretenimento, a campanha de lançamento do serviço conta com a direção criativa e também com a atuação de Larissa Manoela em seus filmes.
Voltada para o ambiente digital e as redes sociais da artista, o projeto contará com dez vídeos curtos nos quais Larissa interpreta uma atendente de telemarketing que busca resolver problemas de telefonia de diversas personagens, também vividas por ela, e que representam os perfis de usuárias da Lari Cel.
A ação tem início com a publicação de um teaser no Instagram de Larissa Manoela anunciando uma novidade e instigando seus fãs a ficarem atentos a ela. A revelação virá por meio dos vídeos interpretados por ela, nos quais vive personagens frustrados com seus planos de telefonia, como a gamer que fica sem dados no momento crucial de seu jogo; a maratonista de série, cuja internet a deixa na mão no episódio final; a estudante que precisa de uma conexão mais estável para seus trabalhos, e a vendedora online que perde vendas por não conseguir se conectar. Com desenvoltura e utilizando linguagem característica da Geração Z, a atendente de telemarketing apresenta os benefícios da Lari Cel: cobertura 4G, dados que não expiram, WhatsApp ilimitado, ligações ilimitadas e sem taxa para outras operadoras em todo o Brasil, além do melhor preço nos pacotes adicionais de dados.
Para a atriz, a ação foi uma experiência única, que a permitiu agregar seus diversos talentos em um único projeto. “A Lari Cel surgiu como um produto muito importante, uma ferramenta de comunicação que me aproxima ainda mais do cotidiano dos fãs. Ter participado de todas as etapas do projeto foi muito inspirador, me deu uma visão completa do processo e reforçou ainda mais a convicçaõ de que é necessário um time muito qualificado e criativo para construir narrativas engajadoras.”
“Ela é extremamente criativa, e, ao mesmo tempo, uma empreendedora nata, capaz de analizar seu público e entender seus anseios. Os filmes se beneficiaram muito com seus insights e ganharam notoriedade com suas atuações, permitindo que conversem com o público e sua linguagem nativa, o que fortalece o engajamento. Para nós, foi um privilégio poder aprender com ela e desenvolver um projeto realmente original”, conta Rodrigo Righetti, sócio e CCO da RREC.
Já Eduardo Cariboni, sócio e COO da empresa, se impressionou com as qualidades de Larissa, que foram além das boas ideias da atriz. “Existe uma intersecção entre a criação e a produção, um espaço onde a expectativa encontra a realidade e nem sempre o resultado final sai como uma das partes esperava. Neste projeto para Lari Cel, os criativos imaginavam a produção de dez vídeos, com diferentes personagens. Isso demandava dez mudanças de figurino, de makes, iluminações, passagens de texto. Tudo para ser realizado em uma diária. A expectativa da produção era entregar no máximo cinco personagens, mas o talento e comprometimento da Larissa viabilizou a realização do projeto completo em menos de uma diária”, comentou Cariboni.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







