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LaLiga e MEDIAPRO são premiadas no ‘SPIA Asia’ Awards pela inovação em suas transmissões audiovisuais

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LaLiga e MEDIAPRO foram premiados pela ‘SPIA Asia’ por sua inovadora transmissão audiovisual de jogos de futebol. SPIA, a plataforma de conferências e prêmios da indústria do esporte asiática, realizou sua sexta cerimônia de premiação para distinguir os principais atores nas áreas de negócios esportivos, turismo, tecnologia, marketing e patrocínios, bem como escolher os melhores esportistas da região.


Este ano, devido às circunstâncias causadas pela pandemia de COVID-19, eles criaram uma edição especial de prêmios reconhecendo a resposta do mundo do esporte à inédita situação. Duzentos e cinquenta especialistas votaram nos vencedores em sete categorias, incluindo ‘inovação tecnológica desportiva do ano’, um prémio ganho pela LaLiga em conjunto com a MEDIAPRO pela forma como adaptaram a sua tecnologia de radiodifusão aos jogos.


“É uma honra para o trabalho da LaLiga em projetos de inovação receber o reconhecimento, pois é um dos pilares da nossa estratégia, e ainda mais em um fórum tão importante para nossa região”, assegurou Ivan Codina, diretor da LaLiga no Sudeste Asiático .

Nesta edição, com âmbito internacional como nos anos anteriores, para além da inovação tecnológica, as categorias de prémios englobaram a melhor campanha de marketing, retribuição à comunidade, serviço voluntário, campanha de educação desportiva, campanha através do e-Sports e o ‘herói do serviço público’.


A COVID-19 obrigou as partidas a serem disputadas com portões fechados por razões de saúde pública e, em resposta a isso – em um movimento pioneiro no mundo do esporte – LaLiga e MEDIAPRO resolveram criar uma arquibancada virtual com áudio para simular a presença de torcedores. “Quando os jogos começaram a portas fechadas, na LaLiga identificamos a necessidade de continuar a transmiti-los de uma forma que lembrasse as pessoas das transmissões com multidões, para que os telespectadores se sentissem como antes, e conseguimos isso”, explica Melcior Soler, diretor do departamento de audiovisual da LaLiga .


“Para isso, criamos um estande virtual para lembrá-los dos lotados que assistiam na TV e utilizamos áudio gravado em cada estádio, cuidando para que correspondesse à ação. Implementar esse tipo de tecnologia foi um verdadeiro desafio para todos “, acrescenta Soler.

Além disso, devido à ausência dos fãs, novas posições de câmeras foram encontradas ocupando os assentos onde os torcedores costumavam sentar, melhorando os ângulos da transmissão e oferecendo imagens inéditas. A LaLiga, agora, também tem mais estádios com câmeras aéreas – 12 no total – que fornecem uma perspectiva única do jogo, juntamente com o uso de drones para outras tomadas aéreas, replays de 360​​° em oito de seus estádios, juntamente com outras inovações audiovisuais notáveis para produzir um espetáculo televisivo incomparável.


Não é só Futebol. É LaLiga.
#HayQueVivirla

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Pink Tax: como as mulheres podem se proteger de taxações indevidas

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Você já deve ter ouvido a frase: “as mulheres gastam mais”. De fato essa percepção é verdadeira, mas não por conta de um alto volume de compras, mas por causa de uma prática machista do mercado.

Um estudo realizado em 2015, pelo Departamento de Assuntos do Consumidor de Nova York, nos Estados Unidos, identificou que as marcas cobram de 7% a 13% a mais das consumidoras do que dos consumidores.

Já no Brasil, a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) registrou, em 2018, que os produtos voltados ao público feminino são até 12,3% mais caros do que aqueles destinados aos homens. Inclusive, essa diferença econômica ocorre desde a fase da infância, em que as roupas das meninas são cerca de 23% mais caras do que as dos meninos. 

De acordo com Ana Paula Miranda, head de Marketing da Allya, HR tech com foco em benefícios corporativos e bem-estar financeiro, esse fenômeno tem nome: pink tax, que em tradução livre significa taxa rosa.

O termo refere-se as versões femininas dos produtos custam mais do que as masculinas, mesmo que elas sejam idênticas, mudando apenas pequenos detalhes, como a cor. Na prática, o movimento é um reflexo das opiniões sociais, que presumem que as mulheres são mais propensas a investir em cuidados pessoais do que os homens. 

“A sociedade não exige tanto esteticamente do público masculino como acontece com o feminino. Portanto, no momento das compras, os homens dão preferência à praticidade e ao preço. Não há uma preocupação com os diferenciais de um produto – o que leva o mercado a explorar as oportunidades que surgem dessa cobrança social ”, comenta a head.

Pensando em auxiliar as mulheres a se protegerem do pink tax, a executiva lista os principais fatores a serem levados em consideração na hora das compras. Confira: 

Pesquise 

Você conhece o portfólio das marcas para os homens? Caso a resposta seja não, o ideal é focar em pesquisas de mercado, a fim de identificar os produtos masculinos que também podem ser úteis ao público feminino. 

Verifique a composição dos produtos

Após identificar os produtos masculinos, analise a diferença que eles têm em comparação com os femininos. Se os itens forem compostos pelos mesmos materiais e tecnologias, é um bom negócio adquirir o mais barato mesmo que tenha sido feito para o “gênero oposto”. 

Priorize o básico 

Muitas marcas acabam aumentando o valor dos produtos por conta da estética. Ou seja, os itens com estruturas básicas e de cores neutras costumam custar menos. 

Esteja aberta a alternativas

Assim como algumas marcas de cartões de crédito disponibilizam descontos em compras, há organizações que apresentam parcerias com empresas de benefícios corporativos, com o objetivo de oferecer cupons de descontos para os colaboradores. Então, esteja aberta a essas alternativas. Além disso, existem estabelecimentos que proporcionam descontos em pagamentos à vista. 

Cuide das suas finanças 

Se o movimento do pink tax existe é porque é alimentado. Ou seja, é necessário desenvolver o hábito de cuidar das finanças pessoais. Afinal, pequenas escolhas do dia a dia têm um grande impacto no bolso no final do mês. 

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Twitch passará a banir streamer por conduta fora da live

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A Twitch TV, maior plataforma de lives do mundo, anunciou que passará a banir streamers que tiverem má conduta fora de suas lives. Em outras palavras, os streamers que cometerem casos de assédio ou conduta de ódio em redes sociais ou fora da internet, serão punidos. Para isso, a plataforma contratou um escritório terceirizado de advocacia dedicado à investigações de forma independente em ambientes de trabalho.

Conheças as novas mudanças

A Twitch adicionou duas categorias. A categoria de número um, diz respeito à ações ocorridas na plataforma, mas que continuaram em outras redes sociais, como Instagram e Twitter, por exemplo. Nessas situações, a plataforma leva em consideração comportamentos ou declarações verificáveis que tenham ocorrido fora das lives, mas que estejam relacionadas a um incidente ocorrido na transmissão.

Enquanto a categoria de número dois, está relacionada a ações realizadas completamente fora da plataforma, mas colocam em risco a comunidade da Twitch.

Veja as ações graves que se enquadram nessa categoria:

  • Violência mortal e extremismo violento;
  • Atividades ou recrutamento terroristas;
  • Ameaças explícitas ou viáveis de violência em massa (por exemplo, ameaças contra um grupo de pessoas, um evento, ou local onde pessoas se reúnem);
  • Liderança ou participação em um grupo de ódio conhecido;
  • Prática de atividades sexuais não consensuais e/ou violência sexual, ou associação deliberada a essas atividades;
  • Exploração sexual de crianças, como aliciamento de menores e solicitar/distribuir pornografia infantil;
  • Ações que possam comprometer de forma direta e explícita a segurança física da comunidade da Twitch, como ameaça de violência em algum evento da Twitch;
  • Ameaças explícitas ou viáveis contra a Twitch, incluindo a equipe da Twitch.

Confira aqui a nova Política de Conduta de Ódio e Assédio da Twitch na íntegra.

Novidades na Twitch são pedidos da comunidade

Anteriormente, a comunidade da Twitch pediu com veemência para que a plataforma apresentasse uma nova postura em relação às más condutas. Porém, a empresa ressaltou que no por enquanto, não é possível investigar comportamentos que se enquadrem na categoria 1 e que ocorreram completamente fora da plataforma. Em outras palavras, a denúncia deve ter relação com algum ato dentro da plataforma.

Além disso, a empresa confirmou que irá compartilhar as atualizações de processos investigativos com as partes envolvidas, mas nada será divulgado publicamente. Ainda sobre, a plataforma criou um e-mail dedicado a nova política para a denúncia de más condutas graves ocorridas fora do serviço: [email protected] Vale ressaltar, que para a Twitch, a melhor maneira de denunciar qualquer comportamento nocivo ou inapropriado é através da ferramenta de denúncias do site.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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