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Lacta lança sorvetes com recheio cremoso e pedaços de chocolate

ara aproveitar o verão, a Lacta, em parceria com a Froneri, anunciou seus novos sabores de sorvete. Os novos potes de 1 litro trazem recheios cremosos e pedaços dos chocolates tão conhecidos.
Entre as novidades estão os sabores Diamante Negro, feito com sorvete de chocolate, flocos e recheio cremoso de chocolate. O Sonho de Valsa já traz sorvete de chocolate com confeitos crocantes de amendoim, flocos de chocolate e recheio cremoso de amendoim. Por fim, o último sabor, Laka Oreo, é feito com chocolate branco e pedaços de biscoito Oreo, junto a flocos de chocolate branco e recheio cremoso de Laka.
Para implementar as novidades, a Froneri, fabricante de sorvetes e alimentos congelados, investiu em um novo processo para fabricação da linha.
“Estamos trazendo para nosso consumidor o recheio cremoso no centro do pote, que veio para revolucionar o segmento premium da categoria nacional de sorvetes neste verão. A tecnologia aplicada proporciona combinação perfeita de texturas e sabores dos chocolates Lacta”, conta Diana Sá, Head de Marketing e Desenvolvimento de Produtos da Froneri Latam.
Os lançamentos Diamante Negro e Sonho de Valsa já estão disponíveis nos principais pontos de venda do Brasil, enquanto o Laka Oreo ainda está sendo distribuído no país. Os novos sabores foram desenvolvidos entre as parceiras Froneri e Mondelēz Internacional, líder global em snacks, e prometem uma experiência refrescante para a estação mais quente do ano.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







