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KPM Logística comemora 10 anos com lançamento de campanha nacional desenvolvida pela Run Comunicação

A KPM Logística é uma empresa de logística que oferece serviços de agenciamento de transporte marítimo e aéreo nos 5 continentes, além de transporte rodoviário nacional e internacional. Em 2020, comemora 10 anos de atuação
Fundada em 2010, a KPM surgiu como uma divisão de logística de um grupo econômico catarinense que operava quase 100% com produtos importados. Com o passar dos anos e com uma forte atuação no segmento, foi conquistando espaço, aumentando seu volume e diversificando seu nicho de mercado. A partir de 2018 ganhou sua independência, desligando-se do grupo econômico, outrora societário, seguindo sua carreira solo em busca de novos horizontes.
Atenta e entendendo as inúmeras mudanças que o mercado vinha demandando, a KPM entendeu a necessidade de tangibilizar esse novo momento da empresa a todos os players: clientes, prospects e colaboradores.
“Como briefing, tínhamos a necessidade de construir junto ao cliente um novo propósito para a marca, além disso, precisávamos traduzir de maneira bastante objetiva todas as entregas que a KPM faz, tanto tangíveis como intangíveis.
Dentro desse contexto e no atual cenário econômico em que vivemos, onde as empresas estão reavaliando suas operações, propósitos e revisitando todos os seus valores, a busca desse ”ressignificado,” e a consequente definição deles, passou a traduzir de fato a marca KPM, e utilizar os 10 anos da empresa para lançamento ao mercado foi o momento ideal para isso”, conta o CCO do F/Group, Bruno A. Martins.
A Run Comunicação, agência de propaganda pertencente ao F/Group, foi responsável pelo desenvolvimento do novo conceito e comunicação a ser adotados em todos os pontos de contato da marca com seus consumidores.
O grande objetivo é reposicionar a marca, agregando ainda mais valor nas suas entregas e com isso ampliar sua atuação no mercado e fomentar a geração de novos negócios em escala global.
“Temos muito orgulho de ter a KPM como nosso cliente há tantos anos e participar de diferentes momentos da empresa, por tudo o que ela representa ao mercado e a afinidade que temos na gestão, sempre atualizada e com alta velocidade em termos de crescimento de mercado.” (CEO F/Group, Nara Gomez)
A campanha traz o significado das letras KPM, colocando e preparando a empresa para todos os mercados aos quais já atua e faz uma analogia que há 10 anos estão ressignificando as operações logísticas das empresas com as quais trabalha, pois a entrega de serviços é um grande diferencial da KPM.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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