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Kolene apresenta seu bonde de influenciadoras digitais

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A marca Kolene, referência em tratamento capilar para fios crespos e cacheados, apresenta seu time de influenciadoras digitais. O #BondeKolene reúne 40 criadoras de conteúdo, de diferentes regiões do País, com idades entre 15 e 30 anos. Junto aos seus mais de 1,5 milhão de seguidores, as influenciadoras, incluindo nomes como Ana Karolyne (@transicaoo_capilarr), Flavia Gomes (@flaaviamg), Bruna Moreira (@brun4moreira), Amanda Rodrigues (@amandarodriguesos) e Lara Asheleey (@eularaasheleey), irão debater temas como beleza, empoderamento e autoestima.

A ação, assinada pela agência Louder Influencers, integra a estratégia de marketing da marca para o ano, que tem como um de seus objetivos dar visibilidade para o portfólio de Kolene, com produtos para todas as etapas de hair care – do shampoo ao finalizador. “Kolene é uma marca com 40 anos, que fez parte da infância e adolescência da maioria das mulheres que tem cabelos crespos e cacheados. Esse público já possui uma relação afetiva com a marca, por isso, nessa nossa primeira parceria com criadoras de conteúdo, tivemos o cuidado de selecionar influenciadoras que representassem a essência de Kolene. São cacheadas e crespas orgulhosas de seus cabelos, que sabem como cuidar dos seus fios e deixá-los poderosos. Muitas já passaram pelo processo de transição capilar e poderão compartilhar experiências reais com seus seguidores. Com esse movimento, queremos também nos aproximar da geração Z, nativa digital”, explica Paula Machado, gerente de marketing da Flora, fabricante de Kolene.

A ação contará com testes de produtos das quatro linhas da marca – Original, Cachos, Crespos e Força e Crescimento – e desafios digitais mensais. “Além de estimular as influenciadoras e seus seguidores a experimentarem todo o portfólio de Kolene, que já é reconhecida pelo creme para pentear, queremos enaltecer a beleza dos cabelos cacheados e crespos e tornar a marca uma aliada nos cuidados diários”, afirma Paula.

Confira as novidades do #BondeKolene no perfil da marca no Instagram, o @koleneoficial.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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