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Jüssi cria casa digital em nova ação para Philips

A Jüssi, empresa de marketing digital e tecnologia, acaba de criar Casa Philips, seu mais novo projeto desenvolvido para a Philips do Brasil. A iniciativa desenvolvida pela agência, busca potencializar a geração de conteúdo dentro dos canais da marca (Instagram e YouTube), promovendo seus mais diversos produtos.
“A Casa Philips é uma nova iniciativa multicategoria que laçamos neste início do ano, com o foco no verão. A utilização do espaço de uma casa é justamente para reforçar a mensagem de que a Philips sempre esteve na casa dos consumidores brasileiros e, desta vez, é a marca quem abre as portas de sua própria casa para recebê-los. Neste ambiente completamente digital, o público terá acesso à conteúdos sobre a utilização dos produtos Philips, Philips Walita e Philips Avent e, ainda, aos principais lançamentos das marcas”, explica Adrilles Carvalho, CMO de Personal Health da Philips do Brasil.
Adaptada ao cenário atual, o universo digital – no formato de landing page – a estratégia possibilitará à marca manter suas portas sempre abertas para todos. Os conteúdos produzidos na Casa Philips estarão divididos em quatro cômodos, sendo eles cozinha, quintal, banheiro e lavanderia, ressaltando os diferenciais dos itens da empresa. Na lavanderia, por exemplo, o Ferro de Roupas Steam Iron Easy Speed (RI1747) de Philips Walita estará inserido dentro do contexto “dicas para passar roupa rapidinho durante as férias”. Já o Mixer Hand Blender RI2622/40, da mesma marca, fará parte de uma conversa sobre receitas de smoothies, como o sabor de manga com gengibre e hortelã, preparado na cozinha. Nesse primeiro momento, as narrativas estarão em torno do verão.
“Buscamos trazer identificação e memória afetiva por parte dos clientes da Philips do Brasil, fazendo uso de uma casa para reunir toda a produção de conteúdo, nesse primeiro momento num contexto verão. E como guia para o desenvolvimento deste projeto, seguiremos a premissa: a Philips sempre entrou em sua casa. Agora, é a sua vez de entrar na nossa”, explica Mariana Luchesi, gerente de conteúdo da Jüssi. A profissional ainda reforça que “a Philips, como uma marca de tradição, quer estar presente na casa das pessoas, reforçando uma relação de proximidade e confiança. E este projeto reafirma esse compromisso”.
Para gerar tráfego e engajar o público, a estratégia de mídia busca ampliar o alcance da empresa dentro das redes sociais, gerando conhecimento dos produtos e fortalecendo a lembrança da marca. A iniciativa contará com veiculação no Google, YouTube, Facebook, Instagram e Taboola, e direcionamento para a landing page oficial da Casa Philips. Ao todo, foram produzidos 15 filmes de 30 segundos para este projeto, em parceria com a Produtora Bufalos. Todas as regras e diretrizes dos órgãos oficiais para o período de quarentena e distanciamento social foram respeitados, assim como a integridade dos parceiros e colaboradores envolvidos no projeto.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








