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Juliette Freire assume posto de Embaixadora de Havaianas

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Juliette Freire assume posto de Embaixadora de Havaianas
Juliette Freire e Havaianas: duas paixões nacionais com muita coisa em comum. Além de serem as queridinhas do Brasil, ambas compartilham o amor pela cidade de Campina Grande, na Paraíba, que, além de ser a terra natal da ganhadora do BBB21 é, também, o local da maior fábrica de Havaianas. Dessa intensa conexão com o Nordeste, não restava outra alternativa senão a de ter Juliette Freire como embaixadora da marca.

“Nossa fábrica de Campina Grande é o coração de Havaianas. É lá que produzimos as sandálias que vendemos no Brasil e no mundo. A relação que Havaianas tem com os Brasileiros, inclusive com a Juliette, é algo construído desde a infância. É uma honra ter alguém tão querido quanto a Juliette se tornando a embaixadora de Havaianas que, assim como ela, tem muito orgulho de suas origens”, afirma Fernanda Romano, CMO de Alpargatas.

Além da própria marca, os fãs da ex-sister também expressaram o desejo de ter Juliette como embaixadora da marca. “A Juliette já tinha chamado nossa atenção por ser de Campina Grande, mas quando percebemos que o próprio fandom dela também estava pedindo essa parceria, vimos que não poderíamos perder essa oportunidade”, comenta Fefa Romano, CMO de Alpargatas.

“Quando é que eu iria imaginar que seria a embaixadora de Havaianas? Quando eu era pequena, o ônibus que levava as pessoas para a fábrica de Havaianas parava perto da minha casa. Achava aquilo muito importante. Trazia progresso para cidade. Pais de amigos trabalhavam lá. E hoje eu tô aqui!”, afirma Juliette Freire, embaixadora de Havaianas.

A primeira ação de Juliette com Havaianas será à frente da coleção de rasteiras, uma das principais apostas da marca para expansão de ocasiões de uso, com uma campanha criada pela AlmapBBDO, que entrará no ar nos próximos meses. “Em 2021, o nosso portfólio de rasteirinhas cresceu 3 vezes quando comparado com o ano anterior, e queremos dar ainda mais visibilidade para essa categoria, reforçando que elas são as opções perfeitas para diversas ocasiões. A Juliette, com seu estilo e personalidade, vai dar essa cara nova para a coleção!”, encerra Fefa Romano, CMO de Alpargatas.

As preferidas do Nordeste
O portfólio de rasteirinhas Havaianas, que conta com quase 20 modelos, traz opções que mesclam cores vibrantes, tecidos metalizados e com brilho, estampas geométricas e fibras naturais, que remetem aos trançados artesanais. Confortáveis, coloridas e charmosas, as rasteirinhas são ideais para diversas situações do cotidiano, desde um brigadeiro ou sessão de cinema em casa até, quando pudermos sair novamente, um passeio no shopping, um restaurante, um show, eventos ou reuniões.

Os modelos foram pensados para estarem nos pés de mulheres que, assim como Juliette, esbanjam autenticidade, espírito livre e sabem que qualquer roupa combina com os produtos da coleção, seja a You Saint-Tropez (de tira horizontal com tecido monocromático ou estampado), a You St. Tropez Mesh (tecido de fibras naturais que remete a um trançado manual), a You St. Tropez Shine (tiras diferenciadas com muito brilho em tecido lurex), a You Metallic (tiras metálicas, sola dupla com saltinho), ou outras opções.

A coleção já está à venda e pode ser encontrada através dos canais de venda de Havaianas, nas lojas físicas, pontos de venda e Digital Flagship Store da marca.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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