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Jorge, da dupla Jorge & Mateus, é anunciado como o novo sócio da edtech Nubbi

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A Nubbi, edtech que vem transformando a educação brasileira, anuncia uma grande novidade: a chegada do cantor Jorge, da dupla Jorge & Mateus no quadro societário da empresa.

Fundada em 2018 por Marcus Lemos e Gabriel Tatibana, com os cofundadores Fabrício Carvalho e Claudio Rabelo, a startup possui um objetivo bem claro, oferecer educação para a formação de profissionais capacitados para o mercado de trabalho. Para isso a Nubbi conta com o Ensino Sem Distância, ESD, uma metodologia desenvolvida pela empresa e que tem como objetivo tornar o aluno cada vez mais próximo do conteúdo que ele tem necessidade de aprender.

A parceria com o cantor Jorge começou em 2021, quando a LEVEDUCA, uma das plataformas da Nubbi, lançou o conteúdo Jorge: Além dos Palcos, um curso inspiracional destinado a fãs e amantes da música. Com a chegada do novo sócio, a Nubbi busca acelerar a sua visibilidade no mercado nacional.

“A entrada do Jorge como sócio é extremamente relevante para o futuro da Nubbi”, comenta Marcus Lemos, CEO e fundador da startup. “Ele é uma figura popular, conhecido em todo Brasil, capaz de aproximar a Nubbi do seu público e alcançar pessoas em regiões do interior país, devido a proximidade que tem com seus fãs. Além disso, o Jorge valoriza a educação, ele já atuou como professor, sabe das dificuldades presentes na sala de aula e da importância do ensino acessível para todos”.

Além de sócio investidor, o cantor fará parte do dia a dia da empresa, trazendo a sua experiência em lidar com grandes públicos para o desenvolvimento da startup e aumento da sua credibilidade a nível nacional. “A Nubbi nasceu para melhorar a vida do trabalhador brasileiro, oferecendo educação online e profissionalizante de alta qualidade. É muito bom fazer parte de um projeto com esse objetivo nobre”, diz Jorge.

Atualmente, a startup conta com mais de 200 cursos online em áreas diversas, tais como elétrica, eletrônica, mecânica industrial, segurança do trabalho, gestão e negócios; conteúdos que são ofertados para o público B2C e B2B.

Além disso, a empresa desenvolve projetos sob demanda para mais de 300 empresas e sua plataforma educacional está disponibilizada para cerca de 3 milhões de pessoas.

Com a presença do Jorge, os planos da startup são dobrar a quantidade de alunos capacitados, desenvolver 300 novos cursos e ampliar o número de empresas atendidas. Um grande passo rumo à democratização da educação através da oferta de educação de qualidade, para transformar a realidade de quem mais precisa.

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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

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Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.

A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.

A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.

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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

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A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.

Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.

O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.

A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.

A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.

A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.

Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.

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